Fundação SINOVAC doa mais de 380 mil doses de vacina contra poliomielite para Bangladesh

Sinovac, Bangladesh, 19 maio de 2026

A Fundação SINOVAC realizou a doação de 76.616 frascos, equivalentes a 383.080 doses, da Vacina Inativada contra a Poliomielite de Cepas Sabin produzida em células Vero (sIPV), desenvolvida pela SINOVAC, em apoio aos esforços contínuos de Bangladesh para a erradicação da poliomielite e o fortalecimento da imunização infantil no país.

A iniciativa reforça o compromisso da Fundação SINOVAC com a promoção da saúde pública global e com a ampliação do acesso a vacinas de alta qualidade em regiões que enfrentam desafios sanitários relevantes.

Photo Caption: Mr. Sardar Md. Sakhawat Husain, Honorable Minister for Health and Family Welfare of the Government of the People’s Republic of Bangladesh, receives a symbolic token of the donated vaccine during a ceremony held at the Bangladesh Secretariat in Dhaka on May 13, 2026. Photo Credit: Press Information Department (PID), Bangladesh.

Durante a cerimônia de entrega, o Ministro Sardar Md. Sakhawat Husain expressou profunda gratidão pelo apoio humanitário prestado pela Fundação SINOVAC. Segundo ele, a vacina sIPV, pré-qualificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), contribuirá significativamente para o fortalecimento do Programa Ampliado de Imunização (PAI) de Bangladesh, ampliando a cobertura vacinal infantil em áreas remotas e reforçando a capacidade nacional de prevenção da poliomielite.

Li Shaopeng, Conselheiro Cultural da Embaixada da China em Dhaka, destacou que a doação simboliza os laços de amizade e cooperação entre China e Bangladesh, além de reafirmar o compromisso conjunto dos dois países com a segurança da saúde pública e o bem-estar das populações.

Representando a Fundação SINOVAC, Li Ning ressaltou que a vacinação continua sendo a medida mais eficaz no combate à poliomielite. Ela afirmou que a Fundação se sente honrada em apoiar a agenda nacional de imunização de Bangladesh e contribuir para a proteção da saúde infantil no país.

A cerimônia contou ainda com a presença de Huang Moucong, Segundo Secretário da Embaixada da China em Dhaka, além de representantes seniores da Direção Geral de Serviços de Saúde (DGHS), do Programa Ampliado de Imunização (EPI), da Administração Geral de Medicamentos de Bangladesh (DGDA) e de outras autoridades do setor de saúde.

A Fundação SINOVAC seguirá apoiando iniciativas voltadas ao fortalecimento dos sistemas locais de saúde e à ampliação da cooperação internacional em saúde pública. Por meio da expansão do acesso à vacinação e do incentivo ao desenvolvimento sustentável da saúde, a Fundação reafirma seu compromisso com melhores resultados globais de imunização e com a construção de comunidades mais resilientes e protegidas.

Sobre a Fundação SINOVAC

A Fundação SINOVAC de Pequim foi criada pela SINOVAC como parte de seu compromisso contínuo com a responsabilidade social corporativa. A Fundação dedica-se à promoção do desenvolvimento sustentável no setor biomédico, apoiando a inovação científica e tecnológica na área da saúde.
Suas iniciativas incluem o financiamento de projetos de pesquisa científica, o estímulo a intercâmbios acadêmicos e à formação de talentos, além da resposta rápida a desastres naturais, emergências de saúde pública e outras situações de crise, contribuindo para o avanço da saúde e do bem-estar social.

Leia a matéria em inglês no site oficial da Sinovac.

Cintia Lucci destaca avanço da biotecnologia chinesa e oportunidades para o Brasil durante a SPWI 2026

Executiva abordou os impactos da inovação chinesa em vacinas, terapias avançadas e transferência de tecnologia para o desenvolvimento do setor de saúde na América Latina

A executiva da Sinovac, Cintia Lucci compartilhou uma análise sobre a rápida evolução da biotecnologia chinesa, os novos movimentos globais da indústria de vacinas e o papel estratégico do Brasil no avanço da inovação em saúde na América Latina durante o evento São Paulo Week Innovation (SPWI) 2026, realizada na Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), em São Paulo.

Integrando o painel “O Futuro da Parceria Brasil-China”, a diretora da farmacêutica chinesa destacou como a China vem consolidando sua posição como um dos principais polos globais de desenvolvimento em imunobiológicos, terapias celulares e terapias gênicas. Segundo ela, esse movimento é resultado de décadas de planejamento estratégico, investimentos estruturados em ciência e tecnologia e fortalecimento de toda a cadeia produtiva do setor.

“Quando olhamos para o mercado de vacinas em 2010, cerca de 80% dos imunizantes disponíveis no mundo estavam concentrados em cinco empresas dos Estados Unidos e da Europa. Hoje, esse cenário já mudou significativamente com a entrada da China e da Índia”, afirmou.

A executiva ressaltou que o avanço chinês não ocorreu de forma isolada ou recente, mas como consequência de políticas públicas de longo prazo voltadas à formação de talentos, financiamento de pesquisa, incentivo à inovação e ampliação da infraestrutura industrial. Segundo ela, o país investiu de forma integrada em universidades, desenvolvimento científico, linhas de crédito e capacidade fabril.

Cintia também destacou a velocidade de execução e a escala da indústria chinesa como fatores decisivos para a competitividade global do setor. Como exemplo, mencionou a construção de uma planta de vacinas da Sinovac na Turquia em apenas 14 meses, prazo considerado extremamente reduzido para os padrões internacionais.

“A parceria com a China vai além da transferência de tecnologia. Ela envolve acesso a equipamentos, inteligência industrial, ganho de escala e redução de custos de transação”, explicou.

Ao abordar o cenário brasileiro, Cintia afirmou que o país possui atributos estratégicos relevantes para se consolidar como porta de entrada da inovação chinesa na América Latina. Entre eles, destacou o tamanho do mercado brasileiro, a robustez das instituições de saúde e o reconhecimento internacional da Anvisa.

Cláudia Trevisan, diretora-executiva do CEBRI; Cintia Lucci, diretora de Estratégia Corporativa da SINOVAC; Marcel Tercero, LATAM Business Development Director da Gan & Lee Pharmaceuticals; e Mirangela Machado, diretora-geral da MicroPort Brasil.

“Quando um produto é registrado no Brasil, existe uma grande possibilidade de ele ser posteriormente registrado em outros países da América Latina. Isso torna o país uma referência regional importante”, observou.

A executiva também chamou atenção para o avanço acelerado das terapias avançadas na China, especialmente em áreas como terapia celular e terapia gênica. Segundo ela, tecnologias que ainda estão em fase experimental em diversos países já fazem parte da prática clínica no mercado chinês, com empresas operando em larga escala e desenvolvendo novas aplicações terapêuticas.

“Na China, muitas dessas tecnologias já ultrapassaram a fase experimental e entraram em um ambiente de forte competição e ganho de eficiência. Existe uma velocidade de desenvolvimento muito impressionante”, comentou.

Durante o painel, Cintia ainda abordou os modelos de parceria entre empresas privadas e instituições públicas brasileiras, destacando iniciativas de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) e oportunidades futuras de joint ventures voltadas ao fortalecimento da capacidade tecnológica local.

Atualmente, a Sinovac mantém duas PDPs em andamento com o Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná), reforçando o compromisso da companhia com o desenvolvimento do ecossistema de saúde brasileiro e latino-americano.

Economista de formação, Cintia Lucci possui trajetória multidisciplinar nas áreas de gestão, neurociência e filosofia. É mestre pela Sorbonne Université e pela Universidade de São Paulo (USP), com estudos de doutorado desenvolvidos na École Normale Supérieure. Atualmente, lidera a expansão estratégica da Sinovac na América Latina, com atuação em relações institucionais, desenvolvimento de mercado e posicionamento corporativo.

SINOVAC acompaña el avance de la fábrica de vacunas en Maringá y refuerza la cooperación para ampliar la capacidad productiva en Brasil

El proyecto forma parte de las Parcerias para el Desarrollo Productivo (PDPs) y avanza en la construcción de una estructura estratégica para la salud pública en Brasil y América Latina.

Representantes de SINOVAC Biotech estuvieron en Maringá (Paraná, Brasil) para acompañar el avance de las obras de la futura fábrica de vacunas, junto a autoridades públicas y líderes del sector. La visita marca un paso relevante en la consolidación de una iniciativa orientada a fortalecer la producción local y ampliar el acceso a vacunas en el país.

El proyecto forma parte de las Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), una política pública que promueve la transferencia de tecnología y el desarrollo de la capacidad industrial en salud en Brasil. La iniciativa contempla la producción local de vacunas contra la rabia humana y la varicela, contribuyendo a reducir vulnerabilidades y ampliar la cobertura de vacunación.

Con cerca del 60% de las obras ya concluidas, la planta productiva avanza como una infraestructura estratégica para el país. La construcción de una unidad industrial de SINOVAC representa un movimiento estructurante para fortalecer la autonomía productiva, apoyar el sistema de salud y ampliar la capacidad de respuesta ante desafíos sanitarios.

Presencias en la visita técnica en Maringá (PR): Antônio Carlos Figueiredo Nardi, secretario municipal de Salud de Maringá (PR); Celso Kloss, director de Nuevos Negocios de Tecpar; Adriano Massuda, viceministro de Salud; Ricardo Barros, diputado federal (PP-PR); Weining Meng, vicepresidente de SINOVAC; Dimas Covas, jefe de Investigación, Desarrollo e Innovación de SINOVAC

Internalización del conocimiento y de los procesos productivos

La transferencia de tecnología es uno de los pilares centrales de la iniciativa. Al permitir la internalización del conocimiento y de los procesos productivos, el proyecto contribuye al desarrollo de la industria nacional y a la formación de capacidades técnicas locales, con impacto directo en la sostenibilidad del sector salud.

Estuvieron presentes Antônio Carlos Figueiredo Nardi, secretario municipal de Salud de Maringá; Celso Kloss, director de Nuevos Negocios de Tecpar; Adriano Massuda, viceministro de Salud; Ricardo Barros, diputado federal; Weining Meng, vicepresidente de SINOVAC; Dimas Covas, jefe de Investigación, Desarrollo e Innovación de SINOVAC; y Cintia Lucci, directora sénior de Relaciones Internacionales para América Latina de SINOVAC.

La presencia conjunta de representantes del sector público y de la industria refuerza el carácter colaborativo de la iniciativa, basada en la articulación entre distintos actores para fortalecer el sistema de salud y ampliar el acceso a tecnologías esenciales.

El avance de la fábrica en Maringá refleja una agenda más amplia de SINOVAC, en la que la capacidad productiva, la innovación y la cooperación internacional se consolidan como elementos centrales para garantizar acceso, resiliencia y preparación para el futuro de la salud a nivel local y global.

SINOVAC y Bio Farma firman un MoU estratégico para impulsar la cooperación y apoyar la salud pública global

SINOVAC y Bio Farma, empresa farmacéutica estatal de Indonesia, firmaron un memorando de entendimiento estratégico para ampliar la cooperación en distribución, localización y desarrollo conjunto de I+D.

La firma contó con la presencia del Ministro de Salud de Indonesia, Budi Gunadi Sadikin, y del Embajador de Indonesia en China, Djauhari Oratmangun.

Declaraciones y contexto estratégico

El ministro destacó que SINOVAC brindó un apoyo clave durante la pandemia, generando una base de confianza en el país.

También subrayó que fortalecer la atención primaria es una prioridad dentro de la transformación del sistema de salud de Indonesia.

Señaló además que ambas compañías cuentan con fortalezas complementarias y expresó confianza en los resultados de la alianza.

Como países con grandes poblaciones y desafíos comunes, China e Indonesia deben profundizar la cooperación en tecnología, industria e inversión para ampliar el acceso a productos de salud pública de calidad en países en desarrollo.


Yin Weidong, Director Ejecutivo y CEO de SINOVAC, afirmó que ambas compañías construyeron una base sólida de colaboración durante la pandemia.

Indicó que la cooperación se expandirá hacia el desarrollo de vacunas innovadoras para beneficiar a Indonesia y otros países.


Presencia y aprobaciones

Indonesia fue el primer país en Asia-Pacífico en aprobar la vacuna EV71 (Inlive®).

También aprobó:

  • Healive® (hepatitis A)
  • Vacuna contra la varicela

Desarrollo basado en evidencia

SINOVAC mantiene su compromiso con la calidad mediante innovación científica y evidencia clínica sólida.

La vacuna contra la varicela:

  • Utiliza línea celular diploide humana
  • Cumple altos estándares de producción
  • No contiene antibióticos ni gelatina

Estudios muestran:

  • Inmunogenicidad equivalente
  • Mejor perfil de seguridad

Distribución:

  • Cerca de 20 países
  • 30 millones de dosis

Healive®:

  • Presente en casi 50 países
  • Más de 130 millones de dosis
  • Protección de al menos 30 años

Expansión global

SINOVAC continúa apoyando la salud pública global mediante vacunas de alta calidad.

En 2026:

  • Proyectos en Omán y Chile
  • Expansión hacia África

Exportaciones:

  • RMB 2.318 millones en 2025
  • Crecimiento del 53,51%
  • Más del 40% corresponde a SINOVAC

Impacto estratégico

La cooperación fortalece el acceso global a soluciones de salud.

Desde Asia hasta América Latina, SINOVAC continúa ampliando su impacto mediante alianzas estratégicas.


Fonte: SINOVAC Global

Mujeres en Sinovac: diversidad de talentos que acelera soluciones contra enfermedades humanas

En el Mes de la Mujer, líderes de SINOVAC comparten sus trayectorias y muestran cómo la presencia femenina en la ciencia y en el liderazgo amplía el impacto de la salud en la vida de millones de personas.

Garantizar que las estrategias de salud preventiva funcionen en la práctica implica mucho más que el desarrollo de soluciones seguras y eficaces. Este camino atraviesa distintas etapas, desde la investigación científica hasta la implementación en los sistemas de salud, e incluye decisiones que impactan directamente la vida de las personas.

A lo largo de este proceso intervienen aspectos como la validación regulatoria, el control de calidad, la logística y el monitoreo continuo. Son definiciones que influyen en si una solución realmente llega a quienes la necesitan.

En este escenario, la presencia femenina tiene un papel relevante. A nivel global, las mujeres representan cerca del 70% de la fuerza laboral en salud e influyen en decisiones relacionadas con la prevención, la adherencia y la continuidad del cuidado. Estudios también indican que una mayor autonomía femenina está asociada a mejores resultados en salud, como el aumento de la cobertura de vacunación y un mayor compromiso con prácticas preventivas.

Esta dinámica también se refleja dentro de organizaciones que operan en la interfaz entre ciencia y salud pública. En SINOVAC, se manifiesta a lo largo de las diferentes etapas del desarrollo e implementación de soluciones en salud preventiva.

El impacto se construye en la consistencia de este conjunto. En este contexto, la participación femenina adquiere una relevancia estructural.

Mes de las Mujeres – Campaña en las redes sociales de SINOVAC

En SINOVAC, el liderazgo femenino es parte de la cultura

En SINOVAC, la participación femenina está presente en funciones clave, desde la investigación hasta la implementación, influyendo directamente en cómo se desarrollan, validan e integran las soluciones en los sistemas de salud.

Según el SINOVAC ESG Report 2022–2024, el 44% de los cargos de liderazgo están ocupados por mujeres, quienes también representan la mitad del total de colaboradores. Más que indicadores de diversidad, estas cifras reflejan una estructura organizacional que integra distintas perspectivas en los procesos de toma de decisiones.

Esta presencia cobra aún mayor relevancia al compararla con el contexto global. Datos de la UNESCO indican que solo el 33,3% de los investigadores en el mundo son mujeres, mientras que, según la OCDE, menos de un tercio de los cargos de liderazgo está ocupado por ellas.

En un sector donde las decisiones científicas e institucionales impactan directamente la vida de las personas, ampliar la presencia femenina en los espacios de decisión contribuye a mejorar la calidad de las decisiones y fortalecer los resultados en salud.

Un sistema integrado: de la evidencia a la implementación

La salud preventiva funciona como un sistema en el que cada etapa influye en la siguiente.

En la generación de evidencia, el desafío consiste en definir desenlaces relevantes, seleccionar poblaciones representativas e interpretar datos en escenarios epidemiológicos en constante transformación.

En SINOVAC, este proceso se conecta con la comprensión de las necesidades en salud y la priorización de soluciones basadas en riesgo, carga de enfermedad y viabilidad de implementación. El objetivo es acercar la innovación científica a los desafíos reales de la salud pública.

Como explica Yaling Hu, Vicepresidenta de Investigación y Desarrollo, este compromiso nace de la esencia misma del trabajo científico, cuyo “objetivo es transformar el conocimiento científico en soluciones que puedan proteger vidas y responder a desafíos reales de salud”.

Esta transición entre ciencia y aplicación práctica requiere no solo rigor metodológico, sino también sensibilidad para comprender el impacto concreto de estas soluciones en la vida de las personas.

Garantizar la calidad forma parte de este mismo movimiento. Contribuir a la protección de la salud humana, especialmente la de los niños, implica “garantizar la calidad mediante enfoques científicos”, como destaca Tuğba Özer, Gerente Asociada del Departamento de Control de Calidad.

Cintia Lucci – Somos cuidadoras y, cada vez más, responsables de tomar decisiones sobre la salud de nuestras familias.

Calidad y confianza: condiciones para escalar

La etapa regulatoria amplía la complejidad del desarrollo de soluciones en salud y marca el paso de la investigación a la aplicación a gran escala.

En este punto, el conocimiento generado en laboratorio y validado en estudios clínicos es evaluado por autoridades sanitarias, que analizan la seguridad, la eficacia y la consistencia de los procesos productivos.

Este proceso también implica adaptar la innovación a los requisitos técnicos y operativos de cada país. La elaboración de dossiers, la interacción con autoridades y la adecuación a diferentes normativas son determinantes para viabilizar el acceso.

En contextos globales, esta dinámica exige coordinación constante entre distintos sistemas regulatorios y capacidad de adaptación a escenarios diversos.

Este proceso demanda no solo rigor científico, sino también articulación técnica y visión estratégica, especialmente en un entorno en constante transformación, como observa Nuray Acar, Directora General Adjunta:

“Actuar en un mundo en constante transformación es, al mismo tiempo, desafiante e inspirador. Cada paso nos invita a evolucionar, adaptarnos y ampliar nuestra forma de ver las posibilidades”.

La aplicación de buenas prácticas de fabricación, la validación de procesos y el control de calidad aseguran la consistencia a lo largo de todo el ciclo de vida de las soluciones.

En SINOVAC, estos sistemas sostienen un elemento central para la salud preventiva: la confianza.

Como destaca Xiaoling He, Gerente de Garantía de Calidad, “mis pasos están guiados por la búsqueda constante de la innovación y la calidad en la industria biofarmacéutica. Actúo en armonía cuando aplico las GMP y los requisitos regulatorios con rigor y responsabilidad”.

Esta consistencia se refleja directamente en el impacto de las soluciones. En salud, la confianza influye en la adherencia, y la adherencia impacta los resultados.

Es en este punto donde el trabajo técnico adquiere dimensión humana. Como señala Patrícia Carneiro, Directora de Calidad y Asuntos Regulatorios, se trata de “proteger vidas, aliviar sufrimientos invisibles y difundir la silenciosa esperanza de un futuro más saludable y justo”.

“Mi mayor motivación es saber que, detrás de cada decisión, existen millones de vidas que pueden estar mejor protegidas”, añade Diana Calderón, Vicepresidenta de Asuntos Públicos.

MUJERES SINOVAC – Yuemiao (Ventas), Yuan (Marketing) y Yuexian (I+D) en un momento que refleja orgullo y alegría en su trabajo. En primer plano, el hijo de Ren observando a su madre en su entorno profesional: un recordatorio silencioso, pero poderoso, del ejemplo que las mujeres están dejando a las próximas generaciones.

“La innovación solo tiene sentido cuando llega a quienes la necesitan”

Así lo define Sri Respati A, Líder de Desarrollo de Negocios. Ella entiende que incluso las soluciones científicamente sólidas y regulatoriamente aprobadas solo generan impacto cuando logran llegar a la población.

Este proceso depende de una combinación de factores, como la logística, la cadena de suministro, el financiamiento, la gobernanza y la articulación institucional, que en la práctica determinan el nivel de cobertura y la efectividad de las estrategias de prevención.

Es en este punto donde la innovación se pone verdaderamente a prueba, especialmente cuando se considera a escala global. La distribución en múltiples países exige coordinación entre distintos sistemas regulatorios, adaptación a contextos locales y ejecución consistente a lo largo de toda la cadena logística.

“Tengo orgullo de contribuir a una misión que va más allá de las fronteras”, refuerza Elena Chen, Gerente de Asuntos Regulatorios para América Latina.

En este contexto, la articulación institucional cobra relevancia. Chloe Zhang, Directora de Negocios Internacionales, destaca que “el corazón de los negocios internacionales son las personas: niños, padres, mujeres, adultos mayores y comunidades”.

Integrar para generar impacto

A lo largo de todas estas etapas, el papel de las mujeres se vuelve aún más evidente.

En SINOVAC, esta presencia no está concentrada en una etapa específica, sino distribuida en todos los puntos críticos del sistema. Esta distribución permite una actuación integrada, conectando ciencia, regulación, calidad, acceso y estrategia.

Se trata de una participación activa en la toma de decisiones, influyendo directamente en cómo se desarrollan e implementan las soluciones.

El desarrollo de soluciones en salud preventiva implica múltiples factores que deben actuar de manera coordinada. En este contexto, la diversidad de experiencias amplía la capacidad de respuesta ante escenarios complejos.

Como destaca Burcu Erdogan, Gerente Asociada del Departamento de Control de Calidad, “fortalecer el protagonismo femenino es esencial para construir equipos más sólidos y un futuro más saludable para todos”.

En la práctica, esta integración se traduce en la capacidad de transformar conocimiento en soluciones aplicables, ampliar la cobertura y fortalecer la prevención.

Este movimiento también acompaña cambios que ya ocurren en la sociedad. Para Cintia Lucci, Directora Senior de Relaciones Institucionales para América Latina:

“En Brasil, casi la mitad de los hogares está liderada por mujeres. Somos cuidadoras y, cada vez más, tomadoras de decisiones sobre la salud de nuestras familias. Para mí, es natural que las mujeres también ocupen más posiciones de liderazgo en nuestro sector”.

Desde esta perspectiva, la presencia femenina pasa a ocupar un papel central en la formulación de estrategias que orientan el cuidado a gran escala.

El impacto en salud pública no se define solo por la capacidad de innovar, sino por la capacidad de transformar la innovación en cobertura, la cobertura en adherencia y la adherencia en resultados positivos.

La diversidad de experiencias y perspectivas amplía la capacidad de respuesta ante escenarios complejos. Y en este proceso, la actuación de las mujeres no es accesoria: es parte integral del engranaje que conecta estas etapas y permite que las soluciones preventivas se traduzcan en impacto real.

Como sintetiza Ren Yuan, Directora del Centro de Marketing Estratégico:

“Como mujeres de SINOVAC, cumplimos nuestra misión con cuidado, profesionalismo y pasión para proteger la salud y combatir enfermedades”.


Referências

Estudio con vacuna contra la varicela de SINOVAC confirma seguridad a gran escala tras el análisis de más de 1 millón de dosis en niños

La investigación se realizó durante una campaña de vacunación escolar en China que alcanzó a más de 1,8 millones de niños, reforzando la confianza en las estrategias poblacionales de inmunización infantil.

Garantizar altas coberturas de vacunación es una de las estrategias más eficaces para reducir la circulación de enfermedades prevenibles mediante vacunas en entornos escolares y comunitarios. En el caso de la varicela, una infección altamente contagiosa, una amplia protección de la población es esencial para prevenir complicaciones, hospitalizaciones y brotes.

Con este objetivo, SINOVAC llevó a cabo una amplia evaluación de seguridad de la vacuna atenuada contra la varicela (SV-1) en niños de 7 a 12 años, analizando el desempeño del inmunizante en condiciones reales de campaña. La iniciativa incluyó la aplicación de más de 1,8 millones de dosis durante un programa de vacunación escolar en la provincia de Jiangsu, en China.

Este estudio forma parte de la denominada fase 4 del desarrollo clínico, una etapa que se lleva a cabo después de la aprobación regulatoria y de la disponibilidad de la vacuna en el mercado.

A diferencia de las fases anteriores, realizadas en entornos controlados, los estudios de fase 4 evalúan el desempeño del inmunizante en condiciones reales de uso, involucrando poblaciones más amplias y escenarios propios del funcionamiento cotidiano de los servicios de salud.

Este seguimiento continuo permite monitorear la seguridad, la efectividad y los aspectos operativos a gran escala, además de generar evidencia adicional que respalda la toma de decisiones de los gestores públicos y fortalece la confianza en los programas de inmunización.

Los resultados fueron publicados en Vaccines (volumen 14, número 1, 2026), una revista científica internacional revisada por pares y especializada en investigaciones sobre vacunas, y demostraron un perfil consistente de seguridad, con baja ocurrencia de eventos adversos y ausencia de casos graves relacionados con la inmunización, reforzando la viabilidad de su uso a gran escala.

Por qué la varicela sigue siendo una preocupación de salud pública

Frecuentemente asociada con cuadros leves, la varicela puede evolucionar con complicaciones, especialmente en niños no vacunados, adolescentes y adultos.

Entre los posibles desenlaces se encuentran infecciones bacterianas de la piel, neumonía, complicaciones neurológicas como la encefalitis y la necesidad de hospitalización. En adultos no inmunizados, la enfermedad tiende a ser más grave y con mayor riesgo de internación.

Por esta razón, mantener altas coberturas de vacunación es fundamental para reducir la transmisión del virus y proteger a los grupos más vulnerables.

Según la Organización Mundial de la Salud (OMS), de acuerdo con el documento de posicionamiento más reciente sobre vacunas contra la varicela, la enfermedad continúa asociada a millones de casos y miles de muertes cada año a nivel mundial.

La OMS también destaca que la vacunación es la medida más eficaz para prevenir casos graves y limitar la aparición de brotes, especialmente en entornos con gran circulación de niños, como las escuelas.

Evidencia del mundo real en millones de aplicaciones

A diferencia de los ensayos clínicos controlados, la evaluación analizó el desempeño del inmunizante en la práctica cotidiana de los servicios de salud, un escenario que refleja la calidad de la vacunación y el funcionamiento de las campañas públicas.

En total, se administraron más de 1,8 millones de dosis. El monitoreo se realizó mediante el análisis de 1 millón de personas vacunadas e incluyó el registro sistemático de eventos adversos posteriores a la vacunación.

Los resultados mostraron que:

  • la mayoría de las reacciones fue leve y transitoria, como fiebre baja o dolor en el lugar de la aplicación
  • los síntomas sistémicos fueron poco frecuentes
  • ningún evento adverso grave fue atribuido a la vacuna

Estos datos confirman que el inmunizante mantiene un sólido perfil de seguridad incluso a escala poblacional, un factor decisivo para la adopción de programas de inmunización de gran alcance.

Impacto para las campañas de vacunación

La evidencia a gran escala tiene implicaciones directas para gestores, pediatras y responsables de políticas públicas. Las vacunas con un perfil consistente de seguridad y aplicables en campañas de gran magnitud permiten:

  • campañas escolares más ágiles
  • mayor adhesión de las familias
  • rápida ampliación de la cobertura
  • reducción de hospitalizaciones
  • mejor aprovechamiento de los equipos y la infraestructura

En la práctica, esto significa más niños protegidos en menos tiempo y con mayor eficiencia para los sistemas públicos de salud.

Compromiso continuo con la seguridad y el monitoreo

Aunque la vacuna contra la varicela ya ha sido aprobada para su comercialización tras cumplir todas las etapas de desarrollo clínico y evaluación regulatoria, SINOVAC mantiene un seguimiento continuo del desempeño de todas sus vacunas después de su introducción en el mercado.

Este monitoreo posterior a la comercialización, realizado de forma voluntaria, permite analizar la seguridad y la efectividad del inmunizante en condiciones reales y en grandes poblaciones, ampliando la transparencia y la confianza en las decisiones de salud pública.

Al llevar a cabo estudios a gran escala y publicar los resultados en revistas científicas revisadas por especialistas, SINOVAC refuerza su compromiso con la generación continua de evidencia y con la protección colectiva, contribuyendo a la adopción sostenible de la vacunación en los programas de inmunización en toda América Latina.

Acceda al estudio completo.


Referencias

World Health Organization. Varicella vaccines: WHO position paper – November 2025. Weekly Epidemiological Record. 2025;100(47):567–590.
Disponible en: https://www.who.int/publications/i/item/who-wer10047-567-590

Mulheres na SINOVAC: diversidade de talentos que acelera soluções contra doenças humanas

No Mês da Mulher, líderes da SINOVAC compartilham suas trajetórias e mostram como a presença feminina na ciência e na liderança amplia o impacto da saúde na vida de milhões de pessoas

Garantir que estratégias de saúde preventiva funcionem na prática envolve mais do que o desenvolvimento de soluções seguras e eficazes. Esse caminho passa por diferentes etapas, da pesquisa científica até a implementação no sistema de saúde, e inclui decisões que impactam diretamente a vida das pessoas.

Ao longo desse percurso, entram aspectos como validação regulatória, controle de qualidade, logística e acompanhamento contínuo. São definições que influenciam se uma solução realmente chega a quem precisa.


Nesse cenário, a presença feminina tem papel relevante. Globalmente, mulheres representam cerca de 70% da força de trabalho em saúde e influenciam decisões ligadas à prevenção, à adesão e à continuidade do cuidado. Estudos também indicam que maior autonomia feminina está associada a melhores resultados em saúde, como aumento da cobertura vacinal e maior engajamento em práticas preventivas.


Essa dinâmica também aparece dentro de organizações que atuam na interface entre ciência e saúde pública. Na SINOVAC, ela se reflete ao longo das diferentes etapas do desenvolvimento e da implementação de soluções em saúde preventiva.


O impacto se constrói na consistência desse conjunto. Nesse contexto, a atuação feminina ganha relevância estrutural.

Mês das Mulheres – Campanha nas redes sociais da SINOVAC

Na SINOVAC, liderança feminina é parte da cultura

Na SINOVAC, a atuação feminina está presente em funções centrais, da pesquisa à implementação, influenciando diretamente como soluções são desenvolvidas, validadas e incorporadas aos sistemas de saúde.

De acordo com o SINOVAC ESG Report 2022–2024, 44% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, que também representam metade do quadro total de colaboradores. Mais do que indicadores de diversidade, esses números refletem uma estrutura organizacional que integra diferentes perspectivas nos processos de decisão.

Essa presença ganha ainda mais relevância quando comparada ao cenário global. Dados da UNESCO indicam que apenas 33,3% dos pesquisadores no mundo são mulheres, enquanto, segundo a OCDE, menos de um terço dos cargos de liderança é ocupado por elas.

Em um setor em que decisões científicas e institucionais impactam diretamente a vida das pessoas, ampliar a presença feminina nos espaços de decisão contribui para qualificar escolhas e fortalecer os resultados em saúde.


Um sistema integrado: da evidência à implementação

A saúde preventiva funciona como um sistema em que cada etapa influencia a seguinte.

Na geração de evidência, o desafio envolve definir desfechos relevantes, selecionar populações representativas e interpretar dados em cenários epidemiológicos em constante transformação.
Na SINOVAC, esse processo se conecta à leitura das necessidades em saúde e à priorização de soluções com base em risco, carga de doença e viabilidade de implementação. A proposta é aproximar a inovação científica dos desafios reais da saúde pública.

Como explica Yaling Hu, Vice-Presidente de Pesquisa e Desenvolvimento, esse compromisso nasce da própria essência do trabalho científico cujo “objetivo é transformar conhecimento científico em soluções que possam proteger vidas e responder a desafios reais de saúde.”

Essa transição entre ciência e aplicação prática exige não apenas rigor metodológico, mas também sensibilidade para compreender o impacto concreto dessas soluções na vida das pessoas.


Garantir qualidade faz parte desse mesmo movimento. Contribuir para a proteção da saúde humana, especialmente a das crianças, envolve “garantir a qualidade por meio de abordagens científicas”, como destaca Tuğba Özer, Gerente Associada do Departamento de Controle de Qualidade.

Cintia Lucci – Somos cuidadoras e, cada vez mais, tomadoras de decisão sobre a saúde de nossas famílias.

Qualidade e confiança: condições para escala

A etapa regulatória amplia a complexidade do desenvolvimento de soluções em saúde e marca a passagem da pesquisa para a aplicação em larga escala.

Nesse momento, o conhecimento gerado em laboratório e validado em estudos clínicos passa a ser avaliado por autoridades sanitárias, que analisam segurança, eficácia e consistência dos processos produtivos.

Esse processo também envolve adaptar a inovação às exigências técnicas e operacionais de cada país. A elaboração de dossiês, a interação com autoridades e a adequação a diferentes normas são determinantes para viabilizar o acesso.

Em contextos globais, essa dinâmica exige coordenação constante entre diferentes sistemas regulatórios e capacidade de adaptação a cenários diversos.

Esse processo demanda não apenas rigor científico, mas também articulação técnica e visão estratégica, especialmente em um cenário em constante transformação, como observa Nuray Acar, Diretora-Geral Adjunta.

“Atuar em um mundo em constante transformação é, ao mesmo tempo, desafiador e inspirador. Cada passo nos convida a evoluir, nos adaptar e ampliar a forma como enxergamos possibilidades.”
A aplicação de boas práticas de fabricação, a validação de processos e o controle de qualidade asseguram consistência ao longo de todo o ciclo de vida das soluções.

Na SINOVAC, esses sistemas sustentam um elemento central para a saúde preventiva, a confiança.
Como destaca Xiaoling He, Gerente de Garantia da Qualidade, “meus passos são guiados pela busca constante da inovação e da qualidade na indústria biofarmacêutica. Atuo em harmonia quando penso que aplico a GMP e os requisitos regulatórios com rigor e responsabilidade.”

Essa consistência se reflete diretamente no impacto das soluções. Em saúde, confiança influencia a adesão e a adesão impacta os resultados.

É nesse ponto que o trabalho técnico ganha dimensão humana. Como reforça Patrícia Carneiro, Diretora de Qualidade e Assuntos Regulatórios, trata-se de “proteger vidas, aliviar sofrimentos invisíveis e espalhar a esperança silenciosa de um futuro mais saudável e mais justo.”

“Minha maior motivação é saber que, por trás de cada decisão, existem milhões de vidas que podem ser melhor protegidas”, completa Diana Calderón, Vice-Presidente de Assuntos Públicos.

MULHERES SINOVAC – Yuemiao (Vendas), Yuan (Marketing) e Yuexian (P&D) em momento que reflete o orgulho e a alegria no trabalho. Em primeiro plano, o filho de Ren observando sua mãe em seu ambiente profissional, um lembrete silencioso, porém poderoso, do exemplo que mulheres estão deixando para as próximas gerações.

“Inovação só faz sentido quando chega a quem precisa”

Define Sri Respati A, Líder de Desenvolvimento de Negócios. Ela compreende que mesmo soluções cientificamente robustas e regulatoriamente aprovadas só geram impacto quando conseguem alcançar a população.


Esse processo depende de uma combinação de fatores, entre logística, cadeia de suprimentos, financiamento, governança e articulação institucional que, na prática, determinam o nível de cobertura e a efetividade das estratégias de prevenção.


É nesse ponto que a inovação é efetivamente testada, especialmente quando considerada em escala global. A distribuição em múltiplos países exige coordenação entre diferentes sistemas regulatórios, adaptação a contextos locais e execução consistente ao longo de toda a cadeia logística.


“Tenho orgulho de contribuir para uma missão que vai além das fronteiras”, reforça Elena Chen, Gerente de Assuntos Regulatórios para a América Latina.


Nesse contexto, a articulação institucional ganha relevância. Chloe Zhang, Diretora de Negócios Internacionais, destaca que «o coração dos negócios internacionais são as pessoas, crianças, pais, mulheres, idosos e as comunidades.»

Integrar para gerar impacto

Ao longo de todas essas etapas, o papel das mulheres se torna mais evidente.


Na SINOVAC, essa presença não está concentrada em uma etapa específica, mas distribuída ao longo de todos os pontos críticos do sistema. Essa distribuição permite uma atuação integrada, conectando ciência, regulação, qualidade, acesso e estratégia.


Trata-se de participação ativa na tomada de decisão – influenciando diretamente a forma como soluções são desenvolvidas e implementadas.


O desenvolvimento de soluções em saúde preventiva envolve múltiplos fatores que precisam atuar de forma coordenada. Nesse contexto, a diversidade de experiências amplia a capacidade de resposta a cenários complexos.


Como destaca Burcu Erdogan, Gerente Associada do Departamento de Controle de Qualidade, “fortalecer o protagonismo feminino é essencial para construir equipes mais fortes e um futuro mais saudável para todos”.

Na prática, essa integração se traduz na capacidade de transformar conhecimento em soluções aplicáveis, ampliar a cobertura e fortalecer a prevenção.

Esse movimento também acompanha mudanças que já acontecem na própria sociedade. Para Cintia Lucci, Diretora Sênior de Relações Institucionais para a América Latina, o avanço da presença feminina na liderança reflete essa transformação.

“No Brasil, quase metade dos lares é chefiada por mulheres. Somos cuidadoras e, cada vez mais, tomadoras de decisão sobre a saúde das nossas famílias. Para mim, é natural que as mulheres também ocupem mais posições de liderança em nosso setor.”

A partir dessa perspectiva, a presença feminina passa a ocupar um papel central na formulação de estratégias que orientam o cuidado em larga escala.

A diversidade de experiências e perspectivas amplia a capacidade de resposta a cenários complexos. E, nesse processo, a atuação das mulheres não é acessória. Ela é parte integrante da engrenagem que conecta essas etapas e que permite que soluções preventivas se traduzam, de fato, em impacto real.

Como sintetiza Ren Yuan, Diretora do Centro de Marketing Estratégico, “como mulheres da SINOVAC, cumprimos nossa missão com cuidado, profissionalismo e paixão para proteger a saúde e combater doenças.”


Em organizações globais como a SINOVAC, essa diversidade contribui para decisões mais contextualizadas e estratégias mais adaptáveis, fortalecendo a capacidade de antecipar riscos, ajustar abordagens e alinhar soluções às realidades locais.


Mais do que um valor institucional, trata-se de um ativo estratégico, especialmente em um setor em que decisões impactam diretamente a vida das pessoas. “Porque quando ciência e propósito se encontram, o resultado é bem-estar para todos”, finaliza Bárbara Orellana, Diretora de Assuntos Regulatórios.


Referências

Vacunas contra la varicela y la gripe pueden aplicarse el mismo día con seguridad y eficacia en niños, muestra estudio clínico

Investigación con casi 900 niños, acompañados de forma sistemática a lo largo del estudio, demuestra que la coadministración mantiene una respuesta inmunológica adecuada y un perfil de seguridad similar al de la aplicación por separado, reforzando la viabilidad de la estrategia para ampliar la cobertura vacunal.

La posibilidad de aplicar diferentes vacunas en la misma visita al servicio de salud, práctica conocida como coadministración, simplificando el calendario de vacunación, es uno de los caminos más eficaces para aumentar la adhesión de las familias y garantizar una alta cobertura vacunal.

La coadministración reduce barreras logísticas, optimiza recursos y fortalece campañas de inmunización a gran escala.

En un reciente estudio clínico aleatorizado realizado por el Jiangsu Provincial Center for Disease Control and Prevention (CDC de Jiangsu), en China, utilizando vacunas producidas por SINOVAC, se evaluaron la respuesta inmunológica y la seguridad de la vacuna contra la varicela, también conocida como catapora, administrada simultáneamente con la vacuna contra la influenza estacional en niños sanos de 7 a 12 años.

Los resultados indican que la aplicación conjunta mantiene niveles equivalentes de protección para ambas enfermedades y presenta un perfil de seguridad comparable al de la administración por separado, sin aumento de eventos adversos relevantes.

Los datos fueron publicados en una revista científica indexada internacionalmente, contribuyendo a la base de evidencias que orienta decisiones de salud pública.

Por qué la varicela y la gripe siguen siendo un desafío de salud pública

Mundo Corporativo | CBN | SINOVAC en Brasil: Alianzas con laboratorios nacionales

En entrevista con el programa Mundo Corporativo, de CBN, el científico Dimas Covas destacó que la ciencia es un proceso continuo de producción y revisión de evidencias.

Recientemente, en una entrevista con el programa Mundo Corporativo, de CBN, el médico y científico Dimas Covas destacó un punto central para el debate contemporáneo sobre la salud pública: la ciencia debe ser comprendida como un proceso continuo y no como un conjunto de respuestas definitivas.

Al abordar los desafíos enfrentados durante la pandemia y el papel de las instituciones científicas en la toma de decisiones, Covas reforzó que la confianza no se construye únicamente con resultados, sino con método, transparencia y actualización permanente de datos.

La reflexión dialoga directamente con el escenario actual de la inmunización. En un entorno de alta circulación de información y cuestionamientos frecuentes, comprender cómo se generan, evalúan y se transforman las evidencias en decisiones regulatorias es una parte fundamental de la construcción de la confianza pública.

Es en este contexto que se vuelve esencial discutir el camino que conecta la investigación científica, la evaluación técnica independiente, el monitoreo continuo y las políticas de vacunación —y cómo este proceso sostiene decisiones que impactan a millones de personas.

Dimas Covas, Científico Jefe de I+D+i de SINOVAC en Brasil, participó en el programa Mundo Corporativo, de la Radio CBN, en entrevista con Mílton Jung, para hablar sobre la llegada de la farmacéutica a la región y los próximos pasos de la compañía en el país.

Dimas Covas, Científico Jefe de I+D+i de SINOVAC en Brasil, participó en el programa Mundo Corporativo, de la Radio CBN, en entrevista con Mílton Jung, para hablar sobre la llegada de la farmacéutica a la región y los próximos pasos de la compañía en el país.

Vea el programa completo.

Dose de reforço contra a poliomielite pode ser aplicada com outras vacinas sem comprometer segurança ou eficácia, aponta estudo clínico da SINOVAC

Pesquisa de fase 4 com cerca de 900 crianças demonstra que a coadministração da vacina inativada contra o poliovírus mantém resposta imunológica e perfil de segurança semelhantes aos da aplicação isolada.

A sempre positiva ampliação da cobertura vacinal infantil depende não apenas da disponibilidade de imunizantes eficazes, mas também de estratégias que tornem o calendário de vacinação mais simples, acessível e viável para famílias e sistemas de saúde. Nesse contexto, a aplicação de diferentes vacinas no mesmo dia – prática conhecida como coadministração de vacinas – tem ganhado relevância por reduzir atrasos, otimizar recursos e ampliar a adesão às campanhas de imunização.

Um estudo clínico de fase 4 conduzido pela SINOVAC, publicado na revista científica internacional Vaccines em outubro de 2025, avaliou a aplicação da dose de reforço da vacina inativada contra a poliomielite (IPV), administrada isoladamente ou na mesma visita e no mesmo dia em que outras vacinas pediátricas de rotina.

Os resultados indicam que a coadministração mantém níveis equivalentes de proteção imunológica e um perfil de segurança comparável ao da administração separada.

O que é o poliovírus e por que a vacinação é essencial

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o poliovírus é o agente causador da poliomielite, uma doença viral altamente infecciosa que afeta principalmente crianças menores de 5 anos. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, sobretudo pela via fecal-oral, por meio de água ou alimentos contaminados. O vírus se multiplica no intestino e, em alguns casos, pode invadir o sistema nervoso, provocando paralisia permanente.

A maioria das infecções é assintomática ou apresenta sintomas leves, mas não há tratamento específico. Por isso, a vacinação é a principal estratégia de prevenção e controle.

Desde o lançamento da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio, em 1988, os casos de poliovírus caíram mais de 99% no mundo. Dois dos três tipos do vírus já foram erradicados, e a circulação endêmica hoje se restringe a poucos países.

Nas Américas, a vacinação permitiu a certificação de eliminação da doença em 1994, um marco histórico para a saúde pública. No entanto, dez anos depois, em 2024, apenas 83% das crianças receberam a terceira dose da vacina – abaixo dos 95% necessários para prevenir surtos.

Enquanto a doença não for erradicada globalmente, o risco de reintrodução permanece. Isso significa que a proteção não é apenas local, mas coletiva.

Ainda de acordo com a OMS, sem a erradicação definitiva, a poliomielite pode voltar a causar até 200 mil novos casos por ano ao longo de uma década. Por isso, manter altas coberturas vacinais é essencial para evitar retrocessos e proteger coletivamente as crianças.

Como foi conduzido o estudo clínico

A pesquisa envolveu 889 crianças entre 18 e 22 meses de idade, distribuídas aleatoriamente em três grupos:

  • reforço contra poliomielite isoladamente
  • poliomielite + vacina inativada contra hepatite A
  • poliomielite + vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola – SCR)

As vacinas foram aplicadas no mesmo dia, em locais anatômicos distintos, conforme as recomendações técnicas de imunização. Por se tratar de um estudo de fase 4 – etapa realizada após a aprovação regulatória – o objetivo foi avaliar a segurança e o desempenho da vacina em condições reais de uso, refletindo a rotina dos programas de vacinação.

Resultados: produção de anticorpos e segurança preservadas

Os dados mostraram resultados consistentes entre todos os grupos.

Produção de anticorpos (imunogenicidade)

Todas as crianças desenvolveram níveis protetores de anticorpos contra o poliovírus em até 30 dias, independentemente da estratégia de aplicação.

Segurança

Os eventos adversos observados foram, em sua maioria, leves ou moderados, como dor local ou febre baixa, sem registro de reações graves relacionadas à vacinação.

Na prática, isso indica que a dose de reforço contra a poliomielite pode ser administrada junto com outras vacinas sem perda de eficácia ou aumento de risco, facilitando sua incorporação ao calendário infantil.

Por que a coadministração é estratégica para a saúde pública

A possibilidade de aplicar vacinas simultaneamente traz benefícios diretos para os sistemas de saúde:

  • menos visitas aos serviços de vacinação
  • maior adesão das famílias
  • redução de atrasos vacinais
  • otimização de equipes e infraestrutura
  • diminuição de custos operacionais
  • ampliação da cobertura em menos tempo

Em campanhas de grande escala, esses fatores contribuem para proteger mais crianças rapidamente – um aspecto essencial para doenças evitáveis por vacinação como a poliomielite.

O compromisso da SINOVAC com evidência científica

Ao conduzir estudos clínicos pós-licenciamento e publicar os resultados em periódicos publicações científicas avaliadas por especialistas independentes, a SINOVAC reforça seu compromisso com segurança vacinal, monitoramento contínuo e produção de evidências científicas robustas.

A integração entre pesquisa, produção em escala e cooperação com autoridades sanitárias é parte do esforço para fortalecer programas de imunização e ampliar o acesso à prevenção de doenças preveníveis por vacina na América Latina e no mundo.

Acesse o estudo na íntegra.


Referências