Nem toda hepatite é igual: entenda as diferenças entre os principais tipos da doença

Conheça os diferentes tipos de hepatites virais, suas formas de transmissão, prevenção e o papel da vacinação na proteção da saúde

Todos os anos, o Dia Mundial da Hepatite chama a atenção para a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento das hepatites virais.

Embora frequentemente mencionadas como um único grupo de doenças, as hepatites apresentam características bastante diferentes entre si. Conhecer essas diferenças é fundamental para adotar medidas de prevenção adequadas e proteger a saúde da população.

O que é hepatite?

Hepatites são inflamações no fígado que podem ser causadas por vírus (tipos A, B, C, D e E), uso de medicamentos e álcool, ou doenças autoimunes. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, podem provocar cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados (icterícia), urina escura e fezes claras.

Entre os diferentes tipos de hepatites virais, os vírus A, B, C, D e E são os que mais preocupam devido à carga de doenças e mortes que causam, bem como ao potencial de surtos e disseminação epidêmica. Cada uma apresenta formas distintas de transmissão, prevenção e tratamento.

O que faz da hepatite um problema de saúde global?

A cada 30 segundos, alguém morre em decorrência de uma doença relacionada à hepatite viral. No entanto, com os serviços de prevenção, testagem e tratamento disponíveis atualmente, todas as mortes relacionadas à hepatite são evitáveis.

A hepatite pode afetar qualquer pessoa, mas tem um impacto desproporcional nas pessoas e comunidades mais desassistidas pelos sistemas de saúde. 

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos frequente no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia. 

As infecções causadas pelos vírus das hepatites B, C e D frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhece que está infectada. Como consequência, a doença pode evoluir por décadas sem diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e necessidade de transplante do órgão.

O impacto dessas infecções acarreta aproximadamente 1,3 milhão de mortes por ano em todo o mundo, seja por infecção aguda, câncer hepático ou cirrose associada às hepatites virais. Estima-se que 240 milhões de pessoas vivam com hepatite B e 47 milhões com hepatite C no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o número de óbitos anuais causados pelas hepatites B e C supera o de HIV e é comparável ao de tuberculose.

Diante desse cenário, a comunidade internacional estabeleceu como meta eliminar as hepatites virais como uma ameaça à saúde pública até 2030, por meio da ampliação da vacinação, do diagnóstico precoce, do tratamento e do acesso aos serviços de saúde.

Quais são as diferenças entre as hepatites virais?

Hepatite A

A hepatite A é transmitida principalmente pelo consumo de água ou alimentos contaminados e pelo contato próximo com pessoas infectadas. Está diretamente relacionada às condições de saneamento e higiene. A vacinação, aliada a hábitos adequados de higiene, é uma das principais formas de prevenção.

Hepatite B

A hepatite B pode ser transmitida pelo contato com sangue e outros fluidos corporais, além da transmissão da mãe para o bebê durante a gestação ou o parto. A vacinação é considerada uma das estratégias mais importantes para prevenir a infecção e reduzir a circulação do vírus.

E as demais hepatites?

Além das hepatites A e B, existem outros três tipos principais:

  • Hepatite C: transmitida principalmente pelo contato com sangue contaminado. Ainda não existe vacina disponível, tornando o diagnóstico precoce e as medidas preventivas fundamentais.

  • Hepatite D: ocorre apenas em pessoas infectadas pelo vírus da hepatite B. Por isso, a vacinação contra hepatite B também contribui para prevenir a hepatite D.

  • Hepatite E: geralmente está associada ao consumo de água contaminada e é mais frequente em regiões com saneamento inadequado.

A vacinação pode prevenir todas as hepatites?

Não. Atualmente, existem vacinas disponíveis para prevenir as hepatites A e B. Já para os demais tipos, a prevenção depende de outras medidas, como acesso à água potável, boas práticas de higiene, segurança nos serviços de saúde, redução da exposição ao sangue contaminado e diagnóstico precoce.

O papel da vacinação na prevenção

A vacinação é uma das estratégias mais eficazes para reduzir a incidência de doenças imunopreveníveis e contribuir para a proteção da saúde pública. No caso das hepatites virais, vacinas contra as hepatites A e B fazem parte das recomendações de imunização em diversos países e desempenham um papel importante na prevenção dessas infecções.

Como empresa dedicada ao desenvolvimento de soluções para prevenção de doenças infecciosas, a SINOVAC desenvolve vacinas, incluindo a vacina contra hepatite A, reforçando seu compromisso com a ampliação do acesso à imunização e com a promoção da saúde pública.

Você sabe como uma vacina é avaliada internacionalmente?

Além do desenvolvimento científico, vacinas destinadas a programas internacionais de imunização podem passar por processos adicionais de avaliação, como a pré-qualificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que verifica critérios rigorosos de qualidade, segurança e eficácia.

Saiba mais em «O que significa uma vacina ser pré-qualificada pela OMS?»

Informação também é prevenção

Além da vacinação quando indicada, conhecer as diferentes formas de transmissão das hepatites contribui para reduzir riscos e fortalecer a prevenção.

O Dia Mundial da Hepatite reforça a importância da educação em saúde, da ampliação do acesso ao diagnóstico e das estratégias de prevenção para reduzir o impacto dessas doenças em todo o mundo.


Referências utilizadas para produção do material:

Organização Mundial da Saúde (WHO).
Hepatitis. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hepatitis

Organização Mundial da Saúde (WHO).
World Hepatitis Day. Disponível em: https://www.who.int/campaigns/world-hepatitis-day

Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
Hepatites Virais. Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/hepatites-virais

Ministério da Saúde.
Hepatites Virais. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais

World Hepatitis Alliance.
Disponível em:
https://www.worldhepatitisalliance.org

Por que a pré-qualificação da OMS é tão importante para uma vacina?

Critério internacional de qualidade, segurança e eficácia, a pré-qualificação da OMS já foi concedida a três vacinas da SINOVAC. Entenda o que essa certificação significa na prática e como ela contribui para ampliar o acesso global à vacinação

Quando o assunto é vacina, é bastante comum ouvir sobre estudos clínicos, aprovação regulatória e programas de imunização. Mas existe um processo menos conhecido pela população que também desempenha um papel importante na ampliação do acesso global às vacinas: a pré-qualificação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esse mecanismo foi criado para avaliar vacinas, medicamentos e outros produtos de saúde com potencial de serem adquiridos por organismos internacionais, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Gavi, a Aliança para Vacinas.

Além de servir como um importante referencial técnico para governos e organizações de saúde ao redor do mundo, a pré-qualificação também pode ampliar o acesso de vacinas a diferentes países. A SINOVAC Biotech, por exemplo, possui atualmente três vacinas pré-qualificadas pela OMS: vacina contra hepatite A, vacina contra varicela (catapora) e vacina inativada contra poliomielite derivada da cepa Sabin (sIPV). Além disso, a CoronaVac recebeu da OMS a Listagem para Uso de Emergência (EUL) durante a pandemia de Covid-19.

«Ter vacinas pré-qualificadas pela OMS reforça o compromisso da companhia com padrões internacionais de qualidade e com a ampliação do acesso à vacinação em diferentes regiões do mundo. Além de avaliar dados de qualidade, segurança e eficácia, o processo também analisa aspectos relacionados à fabricação, ao controle de qualidade e ao monitoramento contínuo dos produtos”, comenta Patrícia Carneiro, doutora em Imunologia pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora de Qualidade e Assuntos Regulatórios da SINOVAC no Brasil.

O que a OMS avalia durante a pré-qualificação?

O processo envolve uma análise abrangente do produto e dos sistemas utilizados para sua fabricação e monitoramento.

Entre os aspectos avaliados estão dados de qualidade do produto, evidências de segurança e eficácia obtidas durante o desenvolvimento clínico, conformidade com padrões internacionais de fabricação, sistemas de garantia e controle de qualidade e capacidade de monitoramento contínuo após a aprovação.

Além da análise documental, a OMS também pode realizar inspeções em instalações produtivas e avaliações periódicas para verificar a manutenção dos requisitos exigidos.

A pré-qualificação substitui a aprovação regulatória?

Não. A pré-qualificação da OMS não substitui a autorização concedida pelas autoridades regulatórias nacionais responsáveis pela aprovação de vacinas em cada país. Ela funciona como uma avaliação complementar que auxilia organismos internacionais na aquisição de produtos para programas globais de imunização e amplia a confiança em sua utilização em diferentes contextos de saúde pública.

Por que a pré-qualificação é importante para a saúde pública?

A pré-qualificação ajuda a facilitar o acesso a vacinas de qualidade em diferentes regiões do mundo. Ao criar um processo de avaliação reconhecido internacionalmente, a OMS contribui para que organizações globais possam adquirir e distribuir vacinas de forma mais eficiente, apoiando campanhas de imunização em diversos países.

Além disso, o mecanismo fortalece a confiança nos processos produtivos e nos sistemas de monitoramento que acompanham as vacinas ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Como a pré-qualificação contribui para ampliar o acesso às vacinas?

Um dos principais objetivos desse processo é apoiar programas internacionais de imunização e facilitar o fornecimento de vacinas para países que dependem de mecanismos multilaterais de aquisição. Por isso, a pré-qualificação é frequentemente considerada um importante instrumento para fortalecer a saúde pública global, apoiar campanhas de vacinação e ampliar o acesso da população a imunizantes avaliados segundo critérios internacionais.

Um processo que complementa outras etapas de avaliação

A confiança em vacinas é construída por diferentes camadas de avaliação. Estudos clínicos, análises regulatórias, sistemas de farmacovigilância e processos internacionais de avaliação trabalham de forma complementar para garantir que os imunizantes atendam a critérios rigorosos de qualidade, segurança e eficácia antes e depois de chegarem à população. Nesse contexto, a pré-qualificação da OMS representa mais uma etapa independente de verificação, contribuindo para fortalecer programas de imunização e ampliar o acesso global a vacinas seguras e eficazes.

Referências / Materiais consultados

  1. World Health Organization (WHO). WHO Prequalification of Medical Products. Disponível em: https://extranet.who.int/prequal
  2. World Health Organization (WHO). Prequalification of Vaccines. Disponível em: https://www.who.int/teams/regulation-prequalification/eul/prequalification-of-vaccines
  3. UNICEF Supply Division. Vaccine Procurement and WHO Prequalification.
  4. Pan American Health Organization (PAHO). Revolving Fund for Access to Vaccines.
  5. SINOVAC Biotech. Healive® WHO Prequalification Announcement.
  6. SINOVAC Biotech. Sabin-strain Inactivated Polio Vaccine (sIPV) WHO Prequalification Information.
  7. SINOVAC Biotech. Varicella Vaccine WHO Prequalification Announcement.

SINOVAC amplia parceria no Egito para fortalecer a produção local de vacinas

Acordo com a GENNVAX prevê produção local de vacinas contra influenza e poliomielite inativada, reforçando a estratégia global da companhia de fortalecer capacidades regionais produção e ampliar o acesso à imunização

Foto do evento – Divulgação

A SINOVAC e a GENNVAX, parceira local no Egito, assinaram um acordo para a produção local de vacinas contra influenza e poliomielite inativada Sabin-strain (sIPV). A assinatura ocorreu durante a 5ª edição da Africa Health ExCon, como parte dos esforços do Egito para fortalecer sua autossuficiência nacional na produção de vacinas e soros.

A iniciativa amplia uma parceria de longo prazo da SINOVAC no país. Durante a pandemia de COVID-19, a companhia colaborou com instituições egípcias para a produção local de vacinas, contribuindo com mais de 30 milhões de doses para a resposta sanitária do país. Em 2022, a SINOVAC também inaugurou no Egito um centro automatizado de armazenamento com capacidade para cerca de 150 milhões de doses, fortalecendo a cadeia de frio e a distribuição de vacinas na região africana.

Este acordo reafirma o compromisso da SINOVAC com a cooperação internacional para ampliar o acesso a vacinas de qualidade e fortalecer a capacidade regional de resposta aos desafios de saúde pública.

Por meio de parcerias de longo prazo, a companhia contribui para sistemas de saúde mais resilientes e para a promoção da saúde global.

Como o corpo cria memória imunológica?

Entenda como o sistema imunológico aprende a reconhecer ameaças e por que essa capacidade é fundamental para a proteção da saúde ao longo da vida

Todos os dias, nosso organismo entra em contato com vírus, bactérias e outros agentes que podem causar doenças. Para lidar com essas ameaças, contamos com um sistema de defesa complexo e altamente especializado: o sistema imunológico.

Uma das características mais impressionantes desse sistema é sua capacidade de aprender e lembrar. É justamente essa capacidade que dá origem ao que os especialistas chamam de memória imunológica.

Entenda como o corpo cria memória imunológica e por que isso é importante para a proteção da saúde ao longo da vida:

O que é memória imunológica?

Memória imunológica é a capacidade do sistema imunológico de reconhecer um agente infeccioso que já encontrou anteriormente e responder de forma mais rápida e eficiente em um novo contato.

Em outras palavras, o organismo «guarda informações» sobre determinadas ameaças e utiliza esse conhecimento para se preparar melhor no futuro.

Esse mecanismo é uma das bases da proteção contra diversas doenças infecciosas e representa um dos principais avanços da evolução do sistema imunológico humano.

Como o sistema imunológico aprende?

Quando um vírus ou bactéria entra no organismo pela primeira vez, o sistema imunológico inicia uma série de processos para identificar o invasor e combater a infecção.

Durante esse processo, diferentes células de defesa entram em ação. Algumas atuam diretamente no combate ao agente infeccioso, enquanto outras são responsáveis por registrar informações sobre ele.

Ao final da resposta imunológica, parte dessas células permanece no organismo por longos períodos. São elas que formam a chamada memória imunológica.

O que acontece quando o organismo encontra a mesma ameaça novamente?

Se houver um novo contato com o mesmo vírus ou bactéria, as células de memória podem reconhecer rapidamente o agente e desencadear uma resposta mais eficiente.

Isso significa que o organismo não precisa começar todo o processo de identificação do zero. Como já possui informações armazenadas, consegue reagir com mais agilidade.

Dependendo da doença e das características individuais de cada pessoa, essa resposta pode ajudar a reduzir o risco de infecção ou contribuir para diminuir a gravidade do quadro clínico.

Qual a relação entre memória imunológica e vacinação?

A vacinação utiliza o princípio da memória imunológica para ajudar o organismo a se preparar antes do contato com determinadas doenças.

Ao apresentar ao sistema imunológico informações que permitem o reconhecimento de um agente infeccioso, as vacinas estimulam a formação de células de memória sem que a pessoa precise desenvolver a doença para criar essa proteção.

Dessa forma, quando ocorre um contato futuro com o agente causador da doença, o organismo já possui mecanismos para responder de maneira mais rápida e eficiente.

A memória imunológica dura para sempre?

A duração da memória imunológica pode variar de acordo com diversos fatores, incluindo o tipo de agente infeccioso, as características individuais de cada pessoa e a resposta gerada pelo organismo.

Por esse motivo, algumas estratégias de imunização podem incluir doses de reforço ao longo da vida, sempre de acordo com as recomendações das autoridades de saúde e dos calendários vacinais vigentes.

Por que entender a memória imunológica é importante?

Compreender como o sistema imunológico aprende e se adapta ajuda a entender melhor a importância da prevenção e da vacinação ao longo da vida.

A memória imunológica é um dos mecanismos que permitem ao organismo responder de forma mais eficiente a futuras ameaças, contribuindo para a proteção individual e coletiva.

Ao longo das últimas décadas, o avanço do conhecimento científico sobre o funcionamento do sistema imunológico tem sido fundamental para o desenvolvimento de estratégias de prevenção que ajudam a reduzir o impacto de diversas doenças em todo o mundo.

A memória imunológica é um dos mecanismos mais importantes do sistema imunológico humano. Ao permitir que o organismo reconheça ameaças já conhecidas e responda de forma mais rápida e eficiente, ela contribui para a proteção da saúde ao longo da vida.

Compreender esse processo ajuda a entender melhor como o corpo se adapta, aprende e se prepara para enfrentar futuros desafios, reforçando a importância da prevenção e do conhecimento científico para a promoção da saúde.

Referências utilizadas para construção do texto:

ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Cellular and Molecular Immunology. 10th ed. Philadelphia: Elsevier, 2021.

MURPHY, K.; WEAVER, C. Janeway’s Immunobiology. 10th ed. New York: Garland Science, 2022.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Immunization Agenda 2030: A Global Strategy to Leave No One Behind. Geneva: WHO, 2020.

CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION (CDC). Understanding How Vaccines Work. Atlanta: CDC. Available at: https://www.cdc.gov/vaccines/hcp/conversations/understanding-vacc-work.html

Fundação SINOVAC doa mais de 380 mil doses de vacina contra poliomielite para Bangladesh

Sinovac, Bangladesh, 19 maio de 2026

A Fundação SINOVAC realizou a doação de 76.616 frascos, equivalentes a 383.080 doses, da Vacina Inativada contra a Poliomielite de Cepas Sabin produzida em células Vero (sIPV), desenvolvida pela SINOVAC, em apoio aos esforços contínuos de Bangladesh para a erradicação da poliomielite e o fortalecimento da imunização infantil no país.

A iniciativa reforça o compromisso da Fundação SINOVAC com a promoção da saúde pública global e com a ampliação do acesso a vacinas de alta qualidade em regiões que enfrentam desafios sanitários relevantes.

Photo Caption: Mr. Sardar Md. Sakhawat Husain, Honorable Minister for Health and Family Welfare of the Government of the People’s Republic of Bangladesh, receives a symbolic token of the donated vaccine during a ceremony held at the Bangladesh Secretariat in Dhaka on May 13, 2026. Photo Credit: Press Information Department (PID), Bangladesh.

Durante a cerimônia de entrega, o Ministro Sardar Md. Sakhawat Husain expressou profunda gratidão pelo apoio humanitário prestado pela Fundação SINOVAC. Segundo ele, a vacina sIPV, pré-qualificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), contribuirá significativamente para o fortalecimento do Programa Ampliado de Imunização (PAI) de Bangladesh, ampliando a cobertura vacinal infantil em áreas remotas e reforçando a capacidade nacional de prevenção da poliomielite.

Li Shaopeng, Conselheiro Cultural da Embaixada da China em Dhaka, destacou que a doação simboliza os laços de amizade e cooperação entre China e Bangladesh, além de reafirmar o compromisso conjunto dos dois países com a segurança da saúde pública e o bem-estar das populações.

Representando a Fundação SINOVAC, Li Ning ressaltou que a vacinação continua sendo a medida mais eficaz no combate à poliomielite. Ela afirmou que a Fundação se sente honrada em apoiar a agenda nacional de imunização de Bangladesh e contribuir para a proteção da saúde infantil no país.

A cerimônia contou ainda com a presença de Huang Moucong, Segundo Secretário da Embaixada da China em Dhaka, além de representantes seniores da Direção Geral de Serviços de Saúde (DGHS), do Programa Ampliado de Imunização (EPI), da Administração Geral de Medicamentos de Bangladesh (DGDA) e de outras autoridades do setor de saúde.

A Fundação SINOVAC seguirá apoiando iniciativas voltadas ao fortalecimento dos sistemas locais de saúde e à ampliação da cooperação internacional em saúde pública. Por meio da expansão do acesso à vacinação e do incentivo ao desenvolvimento sustentável da saúde, a Fundação reafirma seu compromisso com melhores resultados globais de imunização e com a construção de comunidades mais resilientes e protegidas.

Sobre a Fundação SINOVAC

A Fundação SINOVAC de Pequim foi criada pela SINOVAC como parte de seu compromisso contínuo com a responsabilidade social corporativa. A Fundação dedica-se à promoção do desenvolvimento sustentável no setor biomédico, apoiando a inovação científica e tecnológica na área da saúde.
Suas iniciativas incluem o financiamento de projetos de pesquisa científica, o estímulo a intercâmbios acadêmicos e à formação de talentos, além da resposta rápida a desastres naturais, emergências de saúde pública e outras situações de crise, contribuindo para o avanço da saúde e do bem-estar social.

Leia a matéria em inglês no site oficial da Sinovac.

Cintia Lucci destaca avanço da biotecnologia chinesa e oportunidades para o Brasil durante a SPWI 2026

Executiva abordou os impactos da inovação chinesa em vacinas, terapias avançadas e transferência de tecnologia para o desenvolvimento do setor de saúde na América Latina

A executiva da Sinovac, Cintia Lucci compartilhou uma análise sobre a rápida evolução da biotecnologia chinesa, os novos movimentos globais da indústria de vacinas e o papel estratégico do Brasil no avanço da inovação em saúde na América Latina durante o evento São Paulo Week Innovation (SPWI) 2026, realizada na Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), em São Paulo.

Integrando o painel “O Futuro da Parceria Brasil-China”, a diretora da farmacêutica chinesa destacou como a China vem consolidando sua posição como um dos principais polos globais de desenvolvimento em imunobiológicos, terapias celulares e terapias gênicas. Segundo ela, esse movimento é resultado de décadas de planejamento estratégico, investimentos estruturados em ciência e tecnologia e fortalecimento de toda a cadeia produtiva do setor.

“Quando olhamos para o mercado de vacinas em 2010, cerca de 80% dos imunizantes disponíveis no mundo estavam concentrados em cinco empresas dos Estados Unidos e da Europa. Hoje, esse cenário já mudou significativamente com a entrada da China e da Índia”, afirmou.

A executiva ressaltou que o avanço chinês não ocorreu de forma isolada ou recente, mas como consequência de políticas públicas de longo prazo voltadas à formação de talentos, financiamento de pesquisa, incentivo à inovação e ampliação da infraestrutura industrial. Segundo ela, o país investiu de forma integrada em universidades, desenvolvimento científico, linhas de crédito e capacidade fabril.

Cintia também destacou a velocidade de execução e a escala da indústria chinesa como fatores decisivos para a competitividade global do setor. Como exemplo, mencionou a construção de uma planta de vacinas da Sinovac na Turquia em apenas 14 meses, prazo considerado extremamente reduzido para os padrões internacionais.

“A parceria com a China vai além da transferência de tecnologia. Ela envolve acesso a equipamentos, inteligência industrial, ganho de escala e redução de custos de transação”, explicou.

Ao abordar o cenário brasileiro, Cintia afirmou que o país possui atributos estratégicos relevantes para se consolidar como porta de entrada da inovação chinesa na América Latina. Entre eles, destacou o tamanho do mercado brasileiro, a robustez das instituições de saúde e o reconhecimento internacional da Anvisa.

Cláudia Trevisan, diretora-executiva do CEBRI; Cintia Lucci, diretora de Estratégia Corporativa da SINOVAC; Marcel Tercero, LATAM Business Development Director da Gan & Lee Pharmaceuticals; e Mirangela Machado, diretora-geral da MicroPort Brasil.

“Quando um produto é registrado no Brasil, existe uma grande possibilidade de ele ser posteriormente registrado em outros países da América Latina. Isso torna o país uma referência regional importante”, observou.

A executiva também chamou atenção para o avanço acelerado das terapias avançadas na China, especialmente em áreas como terapia celular e terapia gênica. Segundo ela, tecnologias que ainda estão em fase experimental em diversos países já fazem parte da prática clínica no mercado chinês, com empresas operando em larga escala e desenvolvendo novas aplicações terapêuticas.

“Na China, muitas dessas tecnologias já ultrapassaram a fase experimental e entraram em um ambiente de forte competição e ganho de eficiência. Existe uma velocidade de desenvolvimento muito impressionante”, comentou.

Durante o painel, Cintia ainda abordou os modelos de parceria entre empresas privadas e instituições públicas brasileiras, destacando iniciativas de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) e oportunidades futuras de joint ventures voltadas ao fortalecimento da capacidade tecnológica local.

Atualmente, a Sinovac mantém duas PDPs em andamento com o Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná), reforçando o compromisso da companhia com o desenvolvimento do ecossistema de saúde brasileiro e latino-americano.

Economista de formação, Cintia Lucci possui trajetória multidisciplinar nas áreas de gestão, neurociência e filosofia. É mestre pela Sorbonne Université e pela Universidade de São Paulo (USP), com estudos de doutorado desenvolvidos na École Normale Supérieure. Atualmente, lidera a expansão estratégica da Sinovac na América Latina, com atuação em relações institucionais, desenvolvimento de mercado e posicionamento corporativo.

SINOVAC acompaña el avance de la fábrica de vacunas en Maringá y refuerza la cooperación para ampliar la capacidad productiva en Brasil

El proyecto forma parte de las Parcerias para el Desarrollo Productivo (PDPs) y avanza en la construcción de una estructura estratégica para la salud pública en Brasil y América Latina.

Representantes de SINOVAC Biotech estuvieron en Maringá (Paraná, Brasil) para acompañar el avance de las obras de la futura fábrica de vacunas, junto a autoridades públicas y líderes del sector. La visita marca un paso relevante en la consolidación de una iniciativa orientada a fortalecer la producción local y ampliar el acceso a vacunas en el país.

El proyecto forma parte de las Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), una política pública que promueve la transferencia de tecnología y el desarrollo de la capacidad industrial en salud en Brasil. La iniciativa contempla la producción local de vacunas contra la rabia humana y la varicela, contribuyendo a reducir vulnerabilidades y ampliar la cobertura de vacunación.

Con cerca del 60% de las obras ya concluidas, la planta productiva avanza como una infraestructura estratégica para el país. La construcción de una unidad industrial de SINOVAC representa un movimiento estructurante para fortalecer la autonomía productiva, apoyar el sistema de salud y ampliar la capacidad de respuesta ante desafíos sanitarios.

Presencias en la visita técnica en Maringá (PR): Antônio Carlos Figueiredo Nardi, secretario municipal de Salud de Maringá (PR); Celso Kloss, director de Nuevos Negocios de Tecpar; Adriano Massuda, viceministro de Salud; Ricardo Barros, diputado federal (PP-PR); Weining Meng, vicepresidente de SINOVAC; Dimas Covas, jefe de Investigación, Desarrollo e Innovación de SINOVAC

Internalización del conocimiento y de los procesos productivos

La transferencia de tecnología es uno de los pilares centrales de la iniciativa. Al permitir la internalización del conocimiento y de los procesos productivos, el proyecto contribuye al desarrollo de la industria nacional y a la formación de capacidades técnicas locales, con impacto directo en la sostenibilidad del sector salud.

Estuvieron presentes Antônio Carlos Figueiredo Nardi, secretario municipal de Salud de Maringá; Celso Kloss, director de Nuevos Negocios de Tecpar; Adriano Massuda, viceministro de Salud; Ricardo Barros, diputado federal; Weining Meng, vicepresidente de SINOVAC; Dimas Covas, jefe de Investigación, Desarrollo e Innovación de SINOVAC; y Cintia Lucci, directora sénior de Relaciones Internacionales para América Latina de SINOVAC.

La presencia conjunta de representantes del sector público y de la industria refuerza el carácter colaborativo de la iniciativa, basada en la articulación entre distintos actores para fortalecer el sistema de salud y ampliar el acceso a tecnologías esenciales.

El avance de la fábrica en Maringá refleja una agenda más amplia de SINOVAC, en la que la capacidad productiva, la innovación y la cooperación internacional se consolidan como elementos centrales para garantizar acceso, resiliencia y preparación para el futuro de la salud a nivel local y global.

SINOVAC y Bio Farma firman un MoU estratégico para impulsar la cooperación y apoyar la salud pública global

SINOVAC y Bio Farma, empresa farmacéutica estatal de Indonesia, firmaron un memorando de entendimiento estratégico para ampliar la cooperación en distribución, localización y desarrollo conjunto de I+D.

La firma contó con la presencia del Ministro de Salud de Indonesia, Budi Gunadi Sadikin, y del Embajador de Indonesia en China, Djauhari Oratmangun.

Declaraciones y contexto estratégico

El ministro destacó que SINOVAC brindó un apoyo clave durante la pandemia, generando una base de confianza en el país.

También subrayó que fortalecer la atención primaria es una prioridad dentro de la transformación del sistema de salud de Indonesia.

Señaló además que ambas compañías cuentan con fortalezas complementarias y expresó confianza en los resultados de la alianza.

Como países con grandes poblaciones y desafíos comunes, China e Indonesia deben profundizar la cooperación en tecnología, industria e inversión para ampliar el acceso a productos de salud pública de calidad en países en desarrollo.


Yin Weidong, Director Ejecutivo y CEO de SINOVAC, afirmó que ambas compañías construyeron una base sólida de colaboración durante la pandemia.

Indicó que la cooperación se expandirá hacia el desarrollo de vacunas innovadoras para beneficiar a Indonesia y otros países.


Presencia y aprobaciones

Indonesia fue el primer país en Asia-Pacífico en aprobar la vacuna EV71 (Inlive®).

También aprobó:

  • Healive® (hepatitis A)
  • Vacuna contra la varicela

Desarrollo basado en evidencia

SINOVAC mantiene su compromiso con la calidad mediante innovación científica y evidencia clínica sólida.

La vacuna contra la varicela:

  • Utiliza línea celular diploide humana
  • Cumple altos estándares de producción
  • No contiene antibióticos ni gelatina

Estudios muestran:

  • Inmunogenicidad equivalente
  • Mejor perfil de seguridad

Distribución:

  • Cerca de 20 países
  • 30 millones de dosis

Healive®:

  • Presente en casi 50 países
  • Más de 130 millones de dosis
  • Protección de al menos 30 años

Expansión global

SINOVAC continúa apoyando la salud pública global mediante vacunas de alta calidad.

En 2026:

  • Proyectos en Omán y Chile
  • Expansión hacia África

Exportaciones:

  • RMB 2.318 millones en 2025
  • Crecimiento del 53,51%
  • Más del 40% corresponde a SINOVAC

Impacto estratégico

La cooperación fortalece el acceso global a soluciones de salud.

Desde Asia hasta América Latina, SINOVAC continúa ampliando su impacto mediante alianzas estratégicas.


Fonte: SINOVAC Global

Mujeres en Sinovac: diversidad de talentos que acelera soluciones contra enfermedades humanas

En el Mes de la Mujer, líderes de SINOVAC comparten sus trayectorias y muestran cómo la presencia femenina en la ciencia y en el liderazgo amplía el impacto de la salud en la vida de millones de personas.

Garantizar que las estrategias de salud preventiva funcionen en la práctica implica mucho más que el desarrollo de soluciones seguras y eficaces. Este camino atraviesa distintas etapas, desde la investigación científica hasta la implementación en los sistemas de salud, e incluye decisiones que impactan directamente la vida de las personas.

A lo largo de este proceso intervienen aspectos como la validación regulatoria, el control de calidad, la logística y el monitoreo continuo. Son definiciones que influyen en si una solución realmente llega a quienes la necesitan.

En este escenario, la presencia femenina tiene un papel relevante. A nivel global, las mujeres representan cerca del 70% de la fuerza laboral en salud e influyen en decisiones relacionadas con la prevención, la adherencia y la continuidad del cuidado. Estudios también indican que una mayor autonomía femenina está asociada a mejores resultados en salud, como el aumento de la cobertura de vacunación y un mayor compromiso con prácticas preventivas.

Esta dinámica también se refleja dentro de organizaciones que operan en la interfaz entre ciencia y salud pública. En SINOVAC, se manifiesta a lo largo de las diferentes etapas del desarrollo e implementación de soluciones en salud preventiva.

El impacto se construye en la consistencia de este conjunto. En este contexto, la participación femenina adquiere una relevancia estructural.

Mes de las Mujeres – Campaña en las redes sociales de SINOVAC

En SINOVAC, el liderazgo femenino es parte de la cultura

En SINOVAC, la participación femenina está presente en funciones clave, desde la investigación hasta la implementación, influyendo directamente en cómo se desarrollan, validan e integran las soluciones en los sistemas de salud.

Según el SINOVAC ESG Report 2022–2024, el 44% de los cargos de liderazgo están ocupados por mujeres, quienes también representan la mitad del total de colaboradores. Más que indicadores de diversidad, estas cifras reflejan una estructura organizacional que integra distintas perspectivas en los procesos de toma de decisiones.

Esta presencia cobra aún mayor relevancia al compararla con el contexto global. Datos de la UNESCO indican que solo el 33,3% de los investigadores en el mundo son mujeres, mientras que, según la OCDE, menos de un tercio de los cargos de liderazgo está ocupado por ellas.

En un sector donde las decisiones científicas e institucionales impactan directamente la vida de las personas, ampliar la presencia femenina en los espacios de decisión contribuye a mejorar la calidad de las decisiones y fortalecer los resultados en salud.

Un sistema integrado: de la evidencia a la implementación

La salud preventiva funciona como un sistema en el que cada etapa influye en la siguiente.

En la generación de evidencia, el desafío consiste en definir desenlaces relevantes, seleccionar poblaciones representativas e interpretar datos en escenarios epidemiológicos en constante transformación.

En SINOVAC, este proceso se conecta con la comprensión de las necesidades en salud y la priorización de soluciones basadas en riesgo, carga de enfermedad y viabilidad de implementación. El objetivo es acercar la innovación científica a los desafíos reales de la salud pública.

Como explica Yaling Hu, Vicepresidenta de Investigación y Desarrollo, este compromiso nace de la esencia misma del trabajo científico, cuyo “objetivo es transformar el conocimiento científico en soluciones que puedan proteger vidas y responder a desafíos reales de salud”.

Esta transición entre ciencia y aplicación práctica requiere no solo rigor metodológico, sino también sensibilidad para comprender el impacto concreto de estas soluciones en la vida de las personas.

Garantizar la calidad forma parte de este mismo movimiento. Contribuir a la protección de la salud humana, especialmente la de los niños, implica “garantizar la calidad mediante enfoques científicos”, como destaca Tuğba Özer, Gerente Asociada del Departamento de Control de Calidad.

Cintia Lucci – Somos cuidadoras y, cada vez más, responsables de tomar decisiones sobre la salud de nuestras familias.

Calidad y confianza: condiciones para escalar

La etapa regulatoria amplía la complejidad del desarrollo de soluciones en salud y marca el paso de la investigación a la aplicación a gran escala.

En este punto, el conocimiento generado en laboratorio y validado en estudios clínicos es evaluado por autoridades sanitarias, que analizan la seguridad, la eficacia y la consistencia de los procesos productivos.

Este proceso también implica adaptar la innovación a los requisitos técnicos y operativos de cada país. La elaboración de dossiers, la interacción con autoridades y la adecuación a diferentes normativas son determinantes para viabilizar el acceso.

En contextos globales, esta dinámica exige coordinación constante entre distintos sistemas regulatorios y capacidad de adaptación a escenarios diversos.

Este proceso demanda no solo rigor científico, sino también articulación técnica y visión estratégica, especialmente en un entorno en constante transformación, como observa Nuray Acar, Directora General Adjunta:

“Actuar en un mundo en constante transformación es, al mismo tiempo, desafiante e inspirador. Cada paso nos invita a evolucionar, adaptarnos y ampliar nuestra forma de ver las posibilidades”.

La aplicación de buenas prácticas de fabricación, la validación de procesos y el control de calidad aseguran la consistencia a lo largo de todo el ciclo de vida de las soluciones.

En SINOVAC, estos sistemas sostienen un elemento central para la salud preventiva: la confianza.

Como destaca Xiaoling He, Gerente de Garantía de Calidad, “mis pasos están guiados por la búsqueda constante de la innovación y la calidad en la industria biofarmacéutica. Actúo en armonía cuando aplico las GMP y los requisitos regulatorios con rigor y responsabilidad”.

Esta consistencia se refleja directamente en el impacto de las soluciones. En salud, la confianza influye en la adherencia, y la adherencia impacta los resultados.

Es en este punto donde el trabajo técnico adquiere dimensión humana. Como señala Patrícia Carneiro, Directora de Calidad y Asuntos Regulatorios, se trata de “proteger vidas, aliviar sufrimientos invisibles y difundir la silenciosa esperanza de un futuro más saludable y justo”.

“Mi mayor motivación es saber que, detrás de cada decisión, existen millones de vidas que pueden estar mejor protegidas”, añade Diana Calderón, Vicepresidenta de Asuntos Públicos.

MUJERES SINOVAC – Yuemiao (Ventas), Yuan (Marketing) y Yuexian (I+D) en un momento que refleja orgullo y alegría en su trabajo. En primer plano, el hijo de Ren observando a su madre en su entorno profesional: un recordatorio silencioso, pero poderoso, del ejemplo que las mujeres están dejando a las próximas generaciones.

“La innovación solo tiene sentido cuando llega a quienes la necesitan”

Así lo define Sri Respati A, Líder de Desarrollo de Negocios. Ella entiende que incluso las soluciones científicamente sólidas y regulatoriamente aprobadas solo generan impacto cuando logran llegar a la población.

Este proceso depende de una combinación de factores, como la logística, la cadena de suministro, el financiamiento, la gobernanza y la articulación institucional, que en la práctica determinan el nivel de cobertura y la efectividad de las estrategias de prevención.

Es en este punto donde la innovación se pone verdaderamente a prueba, especialmente cuando se considera a escala global. La distribución en múltiples países exige coordinación entre distintos sistemas regulatorios, adaptación a contextos locales y ejecución consistente a lo largo de toda la cadena logística.

“Tengo orgullo de contribuir a una misión que va más allá de las fronteras”, refuerza Elena Chen, Gerente de Asuntos Regulatorios para América Latina.

En este contexto, la articulación institucional cobra relevancia. Chloe Zhang, Directora de Negocios Internacionales, destaca que “el corazón de los negocios internacionales son las personas: niños, padres, mujeres, adultos mayores y comunidades”.

Integrar para generar impacto

A lo largo de todas estas etapas, el papel de las mujeres se vuelve aún más evidente.

En SINOVAC, esta presencia no está concentrada en una etapa específica, sino distribuida en todos los puntos críticos del sistema. Esta distribución permite una actuación integrada, conectando ciencia, regulación, calidad, acceso y estrategia.

Se trata de una participación activa en la toma de decisiones, influyendo directamente en cómo se desarrollan e implementan las soluciones.

El desarrollo de soluciones en salud preventiva implica múltiples factores que deben actuar de manera coordinada. En este contexto, la diversidad de experiencias amplía la capacidad de respuesta ante escenarios complejos.

Como destaca Burcu Erdogan, Gerente Asociada del Departamento de Control de Calidad, “fortalecer el protagonismo femenino es esencial para construir equipos más sólidos y un futuro más saludable para todos”.

En la práctica, esta integración se traduce en la capacidad de transformar conocimiento en soluciones aplicables, ampliar la cobertura y fortalecer la prevención.

Este movimiento también acompaña cambios que ya ocurren en la sociedad. Para Cintia Lucci, Directora Senior de Relaciones Institucionales para América Latina:

“En Brasil, casi la mitad de los hogares está liderada por mujeres. Somos cuidadoras y, cada vez más, tomadoras de decisiones sobre la salud de nuestras familias. Para mí, es natural que las mujeres también ocupen más posiciones de liderazgo en nuestro sector”.

Desde esta perspectiva, la presencia femenina pasa a ocupar un papel central en la formulación de estrategias que orientan el cuidado a gran escala.

El impacto en salud pública no se define solo por la capacidad de innovar, sino por la capacidad de transformar la innovación en cobertura, la cobertura en adherencia y la adherencia en resultados positivos.

La diversidad de experiencias y perspectivas amplía la capacidad de respuesta ante escenarios complejos. Y en este proceso, la actuación de las mujeres no es accesoria: es parte integral del engranaje que conecta estas etapas y permite que las soluciones preventivas se traduzcan en impacto real.

Como sintetiza Ren Yuan, Directora del Centro de Marketing Estratégico:

“Como mujeres de SINOVAC, cumplimos nuestra misión con cuidado, profesionalismo y pasión para proteger la salud y combatir enfermedades”.


Referências

Estudio con vacuna contra la varicela de SINOVAC confirma seguridad a gran escala tras el análisis de más de 1 millón de dosis en niños

La investigación se realizó durante una campaña de vacunación escolar en China que alcanzó a más de 1,8 millones de niños, reforzando la confianza en las estrategias poblacionales de inmunización infantil.

Garantizar altas coberturas de vacunación es una de las estrategias más eficaces para reducir la circulación de enfermedades prevenibles mediante vacunas en entornos escolares y comunitarios. En el caso de la varicela, una infección altamente contagiosa, una amplia protección de la población es esencial para prevenir complicaciones, hospitalizaciones y brotes.

Con este objetivo, SINOVAC llevó a cabo una amplia evaluación de seguridad de la vacuna atenuada contra la varicela (SV-1) en niños de 7 a 12 años, analizando el desempeño del inmunizante en condiciones reales de campaña. La iniciativa incluyó la aplicación de más de 1,8 millones de dosis durante un programa de vacunación escolar en la provincia de Jiangsu, en China.

Este estudio forma parte de la denominada fase 4 del desarrollo clínico, una etapa que se lleva a cabo después de la aprobación regulatoria y de la disponibilidad de la vacuna en el mercado.

A diferencia de las fases anteriores, realizadas en entornos controlados, los estudios de fase 4 evalúan el desempeño del inmunizante en condiciones reales de uso, involucrando poblaciones más amplias y escenarios propios del funcionamiento cotidiano de los servicios de salud.

Este seguimiento continuo permite monitorear la seguridad, la efectividad y los aspectos operativos a gran escala, además de generar evidencia adicional que respalda la toma de decisiones de los gestores públicos y fortalece la confianza en los programas de inmunización.

Los resultados fueron publicados en Vaccines (volumen 14, número 1, 2026), una revista científica internacional revisada por pares y especializada en investigaciones sobre vacunas, y demostraron un perfil consistente de seguridad, con baja ocurrencia de eventos adversos y ausencia de casos graves relacionados con la inmunización, reforzando la viabilidad de su uso a gran escala.

Por qué la varicela sigue siendo una preocupación de salud pública

Frecuentemente asociada con cuadros leves, la varicela puede evolucionar con complicaciones, especialmente en niños no vacunados, adolescentes y adultos.

Entre los posibles desenlaces se encuentran infecciones bacterianas de la piel, neumonía, complicaciones neurológicas como la encefalitis y la necesidad de hospitalización. En adultos no inmunizados, la enfermedad tiende a ser más grave y con mayor riesgo de internación.

Por esta razón, mantener altas coberturas de vacunación es fundamental para reducir la transmisión del virus y proteger a los grupos más vulnerables.

Según la Organización Mundial de la Salud (OMS), de acuerdo con el documento de posicionamiento más reciente sobre vacunas contra la varicela, la enfermedad continúa asociada a millones de casos y miles de muertes cada año a nivel mundial.

La OMS también destaca que la vacunación es la medida más eficaz para prevenir casos graves y limitar la aparición de brotes, especialmente en entornos con gran circulación de niños, como las escuelas.

Evidencia del mundo real en millones de aplicaciones

A diferencia de los ensayos clínicos controlados, la evaluación analizó el desempeño del inmunizante en la práctica cotidiana de los servicios de salud, un escenario que refleja la calidad de la vacunación y el funcionamiento de las campañas públicas.

En total, se administraron más de 1,8 millones de dosis. El monitoreo se realizó mediante el análisis de 1 millón de personas vacunadas e incluyó el registro sistemático de eventos adversos posteriores a la vacunación.

Los resultados mostraron que:

  • la mayoría de las reacciones fue leve y transitoria, como fiebre baja o dolor en el lugar de la aplicación
  • los síntomas sistémicos fueron poco frecuentes
  • ningún evento adverso grave fue atribuido a la vacuna

Estos datos confirman que el inmunizante mantiene un sólido perfil de seguridad incluso a escala poblacional, un factor decisivo para la adopción de programas de inmunización de gran alcance.

Impacto para las campañas de vacunación

La evidencia a gran escala tiene implicaciones directas para gestores, pediatras y responsables de políticas públicas. Las vacunas con un perfil consistente de seguridad y aplicables en campañas de gran magnitud permiten:

  • campañas escolares más ágiles
  • mayor adhesión de las familias
  • rápida ampliación de la cobertura
  • reducción de hospitalizaciones
  • mejor aprovechamiento de los equipos y la infraestructura

En la práctica, esto significa más niños protegidos en menos tiempo y con mayor eficiencia para los sistemas públicos de salud.

Compromiso continuo con la seguridad y el monitoreo

Aunque la vacuna contra la varicela ya ha sido aprobada para su comercialización tras cumplir todas las etapas de desarrollo clínico y evaluación regulatoria, SINOVAC mantiene un seguimiento continuo del desempeño de todas sus vacunas después de su introducción en el mercado.

Este monitoreo posterior a la comercialización, realizado de forma voluntaria, permite analizar la seguridad y la efectividad del inmunizante en condiciones reales y en grandes poblaciones, ampliando la transparencia y la confianza en las decisiones de salud pública.

Al llevar a cabo estudios a gran escala y publicar los resultados en revistas científicas revisadas por especialistas, SINOVAC refuerza su compromiso con la generación continua de evidencia y con la protección colectiva, contribuyendo a la adopción sostenible de la vacunación en los programas de inmunización en toda América Latina.

Acceda al estudio completo.


Referencias

World Health Organization. Varicella vaccines: WHO position paper – November 2025. Weekly Epidemiological Record. 2025;100(47):567–590.
Disponible en: https://www.who.int/publications/i/item/who-wer10047-567-590