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		<title>SINOVAC promove encontro científico no Chile para discutir avanços em imunização e prevenção de doenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 15:03:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Santiago, evento reuniu profissionais de saúde para debater evidências científicas sobre vacinação contra influenza, perspectivas para a temporada de 2027 e doença mão-pé-boca A produção e a disseminação de conhecimento científico são fundamentais para o aprimoramento das estratégias de prevenção de doenças e imunização. Com esse propósito, a SINOVAC Chile promoveu, em Santiago, o</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Em Santiago, evento reuniu profissionais de saúde para debater evidências científicas sobre vacinação contra influenza, perspectivas para a temporada de 2027 e doença mão-pé-boca</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção e a disseminação de conhecimento científico são fundamentais para o aprimoramento das estratégias de prevenção de doenças e imunização. Com esse propósito, a SINOVAC Chile promoveu, em Santiago, o encontro <strong>“Evidencia que genera confianza: calidad, eficacia y seguridad en vacunación”</strong>, que reuniu profissionais de saúde para discutir evidências científicas, compartilhar experiências e aprofundar o debate sobre temas relevantes para a saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado no AC Hotel, o evento contou com a participação de médicos, profissionais de enfermagem, representantes de centros de vacinação, distribuidores e responsáveis por programas de imunização corporativa e saúde ocupacional. A programação contemplou discussões sobre vacinação contra influenza, perspectivas para a temporada de 2027 e doença mão-pé-boca, com foco na atualização científica e nos desafios relacionados à prevenção dessas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura foi conduzida por Sol Cao, Country Manager da SINOVAC Chile. A iniciativa reforça o compromisso da companhia com a promoção do diálogo científico e o intercâmbio de conhecimento entre os diferentes atores do ecossistema de saúde, contribuindo para ampliar o acesso à informação qualificada e fortalecer as práticas de imunização.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Evidências científicas e perspectivas para a imunização</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação contra influenza esteve entre os principais temas da programação, com apresentação do Dr. Rafael Araos, infectologista e pesquisador da Universidad del Desarrollo. A exposição abordou evidências clínicas e perspectivas para a temporada de 2027, com foco nos aspectos científicos que orientam o planejamento das estratégias de vacinação e prevenção no Chile.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, a Dra. Mikaela Choo, diretora associada do Departamento Internacional de Assuntos Clínicos e Médicos da SINOVAC, apresentou uma perspectiva sobre outras prioridades da prevenção por meio da vacinação, contemplando doenças como hepatite A, varicela e infecções causadas pelo enterovírus 71. A abordagem ampliou a discussão sobre o papel das vacinas na proteção da saúde em diferentes contextos epidemiológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação incluiu ainda a participação do Dr. Jaime Rodríguez, infectologista pediátrico da Clínica Alemana e presidente do CAVEI (Comité Asesor en Vacunas y Estrategias de Inmunización) entre 2021 e 2024. Sua apresentação aprofundou a discussão sobre a epidemiologia da doença mão-pé-boca no Chile, as evidências científicas disponíveis e as perspectivas de pesquisa relacionadas à doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ciência e colaboração para fortalecer a imunização</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro também promoveu um espaço de diálogo entre os participantes, com perguntas e discussões sobre os temas apresentados. A troca de experiências e perspectivas contribuiu para ampliar a análise dos desafios relacionados à prevenção de doenças e às estratégias de imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa integra a atuação da SINOVAC no relacionamento com a comunidade científica e os profissionais de saúde, por meio da promoção do intercâmbio de conhecimento e da discussão de evidências. Ao aproximar especialistas, pesquisa e prática clínica, a companhia busca contribuir para o desenvolvimento de debates qualificados sobre imunização, considerando as particularidades epidemiológicas e as necessidades de saúde de cada mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira abaixo os registros do encontro:</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="3845" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc007-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3845" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc007-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc007-1-300x200.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc007-1-767x511.jpg 767w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc007-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc007-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="3831" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc008-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3831" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc008-1024x683.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc008-768x512.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc008-300x200.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc008-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc008-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">SOL CAO, GERENTE DO PAÍS SINOVAC CHILE</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" data-id="3832" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00461-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3832" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00461-683x1024.jpg 683w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00461-200x300.jpg 200w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00461-768x1152.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00461-1024x1536.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00461-1365x2048.jpg 1365w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00461-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">DRA. MIKAELA CHOO, DIRETORA ASSOCIADA DO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS CLÍNICOS E MÉDICOS INTERNACIONAIS DA SINOVAC, ESPECIALISTA EM DERMOVENEROLOGIA</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="3833" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00496-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3833" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00496-683x1024.jpg 683w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00496-200x300.jpg 200w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00496-1024x1536.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00496-768x1152.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00496-1365x2048.jpg 1365w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00496-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">DR. JAIME RODRÍGUEZ, ESPECIALISTA PEDIATRA EM DOENÇAS INFECCIOSAS NA CLÍNICA ALEMANA, PROFESSOR ADJUNTO DE MEDICINA NA UNIVERSIDAD DEL DESARROLLO</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="3834" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00452-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3834" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00452-683x1024.jpg 683w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00452-768x1152.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00452-200x300.jpg 200w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00452-1024x1536.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00452-1365x2048.jpg 1365w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc00452-scaled.jpg 1706w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">DR. RAFAEL ARAOS, MÉDICO DE DOENÇAS INFECCIOSAS E PESQUISADOR. PROFESSOR ASSOCIADO DA FACULDADE DE MEDICINA E GOVERNO DA UNIVERSIDAD DEL DESARROLLO</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="3835" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc07028-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3835" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc07028-1024x683.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc07028-300x200.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc07028-768x512.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc07028-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/11/dsc07028-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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		<title>Inteligência artificial e vacinas: uma nova maneira de fazer ciência</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/inteligencia-artificial-e-vacinas-uma-nova-maneira-de-fazer-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 16:51:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dimas Covas* Dimas Covas, cientista-chefe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Sinovac.Crédito da foto: Leo Ramos Chaves Durante grande parte da história da medicina, o desenvolvimento de vacinas esteve condicionado por uma dificuldade fundamental: nosso conhecimento sobre os agentes infecciosos e sua interação com o organismo humano era limitado. Identificar os componentes de um</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Por Dimas Covas*</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-3814" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-2-1024x576.png 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-2-300x169.png 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-2-767x431.png 767w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-2.png 1140w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Dimas Covas, cientista-chefe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Sinovac.<br>Crédito da foto: Leo Ramos Chaves</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante grande parte da história da medicina, o desenvolvimento de vacinas esteve condicionado por uma dificuldade fundamental: nosso conhecimento sobre os agentes infecciosos e sua interação com o organismo humano era limitado. Identificar os componentes de um vírus ou de uma bactéria capazes de induzir uma resposta imunológica protetora exigia anos de investigação, experimentos sucessivos e, frequentemente, uma boa dose de intuição científica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa realidade começou a mudar com o desenvolvimento da biologia molecular, o sequenciamento genético e, mais recentemente, com a extraordinária expansão das tecnologias capazes de produzir informações biológicas. Hoje conhecemos genomas completos de milhares de microrganismos, podemos estudar a estrutura de suas proteínas e investigar, com uma profundidade antes inimaginável, diferentes aspectos da resposta imunológica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Curiosamente, essa abundância de informações criou um problema novo. Já não se trata apenas de obter dados, mas de compreender o que fazer com eles. A quantidade de informações disponíveis cresceu muito mais rapidamente do que nossa capacidade de analisá-las e transformá-las em conhecimento útil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse cenário que a inteligência artificial começa a ocupar um espaço importante na pesquisa biomédica, particularmente no desenvolvimento de vacinas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não acredito que estejamos diante de uma tecnologia capaz de substituir o trabalho científico ou de eliminar as incertezas próprias da investigação biológica. Sua contribuição é de outra natureza. A inteligência artificial amplia nossa capacidade de examinar um número extraordinário de possibilidades, identificar relações pouco evidentes e selecionar aquelas que merecem ser investigadas com maior profundidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode parecer uma mudança apenas instrumental, mas suas consequências são potencialmente profundas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O desenvolvimento de uma vacina envolve uma sequência de escolhas. Precisamos decidir quais proteínas de um microrganismo devem ser estudadas, identificar as regiões capazes de estimular uma resposta imunológica, compreender como determinadas estruturas interagem com o sistema imunológico e selecionar os candidatos que apresentam maior interesse para investigação experimental. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas decisões sempre dependeram do conhecimento acumulado e da experiência dos pesquisadores. Continuarão dependendo. A diferença é que agora podemos utilizar sistemas computacionais para examinar milhares de sequências, comparar estruturas moleculares e reconhecer padrões que dificilmente seriam identificados pelos métodos convencionais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante compreender que não estamos simplesmente substituindo um procedimento demorado por outro mais rápido. Estamos modificando a maneira de escolher o que deve ser investigado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa experimental, uma parcela considerável do tempo e dos recursos é consumida na exploração de hipóteses que acabam não se confirmando. Isso faz parte do processo científico e, muitas vezes, é justamente o resultado negativo que nos permite avançar. Mas, se conseguirmos identificar previamente quais caminhos apresentam maior probabilidade de produzir resultados relevantes, poderemos utilizar de maneira muito mais racional a capacidade de nossos laboratórios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Gosto de pensar nessa contribuição como uma redução do espaço de busca da ciência. Diante de milhares de possibilidades, a inteligência artificial pode nos ajudar a selecionar algumas dezenas que justifiquem o esforço experimental. Não sabemos, antecipadamente, se essas escolhas estarão corretas, mas podemos melhorar os critérios utilizados para fazê-las. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vacinologia, essa possibilidade já se manifesta em diferentes áreas. Ferramentas computacionais são utilizadas para analisar sequências genéticas, prever estruturas de proteínas, identificar potenciais regiões antigênicas e apoiar o desenho racional de candidatos vacinais. A integração dessas informações com dados imunológicos pode orientar experimentos mais específicos e permitir a avaliação de alternativas que seriam difíceis de explorar por métodos tradicionais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, existe uma questão que considero essencial e que nem sempre recebe a devida atenção nas discussões sobre inteligência artificial aplicada à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Uma previsão computacional não é uma demonstração biológica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos desenvolver modelos sofisticados para prever a estrutura de uma proteína ou estimar determinadas interações moleculares. Podemos até identificar características que sugiram maior estabilidade ou potencial imunogênico de um candidato. Mas nada disso assegura que ele será capaz de induzir uma resposta protetora em um organismo vivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema imunológico é extraordinariamente complexo. Sua resposta depende de interações entre células, moléculas, tecidos e mecanismos regulatórios que ainda estamos longe de compreender integralmente. Uma vacina não precisa apenas apresentar características moleculares adequadas. Ela deve induzir uma resposta imunológica eficaz, produzir proteção e demonstrar segurança nas condições reais em que será utilizada. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o experimento continua sendo insubstituível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A hipótese formulada com auxílio de um algoritmo precisa encontrar confirmação no laboratório. Os resultados obtidos em modelos experimentais precisam ser investigados em estudos pré-clínicos e, quando justificável, em estudos clínicos conduzidos com o rigor necessário. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa distinção entre prever e demonstrar é uma das bases do método científico. E continuará sendo, independentemente da sofisticação das ferramentas computacionais que venhamos a desenvolver. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, contudo, uma dimensão dessa transformação que merece atenção especial: o tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de COVID-19 mostrou de maneira contundente o quanto a velocidade da resposta científica pode influenciar o curso de uma emergência sanitária. O sequenciamento rápido do agente infeccioso, a disponibilidade de plataformas tecnológicas e a capacidade de organizar grandes programas de pesquisa e desenvolvimento permitiram avanços que, em outras circunstâncias, teriam exigido períodos muito maiores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial pode acrescentar uma nova capacidade a esse processo. Diante do surgimento de um agente infeccioso, sistemas computacionais poderão contribuir para interpretar rapidamente suas características moleculares, comparar informações com o conhecimento já acumulado e orientar a seleção inicial de candidatos vacinais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que teremos vacinas prontas em poucos dias, nem que poderemos abreviar indiscriminadamente os estudos necessários para demonstrar sua segurança e eficácia. Significa que algumas decisões tomadas nas etapas iniciais poderão ser mais bem fundamentadas e realizadas em menos tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma emergência sanitária, essa diferença pode ter grande importância. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Naturalmente, a utilização crescente dessas tecnologias também traz problemas que não devemos subestimar. A confiabilidade de um modelo depende, em grande medida, da qualidade dos dados utilizados em seu desenvolvimento. Informações incompletas, populações pouco representadas e resultados experimentais inconsistentes podem produzir previsões equivocadas, mesmo quando os sistemas computacionais parecem funcionar adequadamente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, precisamos assegurar transparência, rastreabilidade, governança e mecanismos independentes de validação. Não basta que um algoritmo produza uma resposta convincente. É necessário compreender em que condições essa resposta pode ser considerada confiável e reconhecer os limites de sua aplicação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A história da ciência está repleta de exemplos de teorias elegantes que não resistiram à confrontação com a realidade. A inteligência artificial não nos tornará imunes a esse problema. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O que me parece mais interessante nessa transformação não é a possibilidade de automatizar etapas isoladas do desenvolvimento de vacinas. É a perspectiva de reorganizar a própria atividade de pesquisa, aproximando de maneira mais intensa a biologia molecular, a imunologia, a bioinformática, a ciência de dados e a experimentação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos imaginar um ambiente no qual resultados obtidos em laboratório sejam continuamente incorporados aos modelos computacionais, permitindo aperfeiçoar novas previsões, selecionar outros candidatos e orientar os experimentos seguintes. Um processo em que conhecimento biológico e capacidade computacional se alimentem reciprocamente, sem perder a necessária independência da validação científica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa integração ainda enfrenta limitações técnicas e metodológicas importantes. Mas aponta para uma transformação que poderá alcançar não apenas a vacinologia, como também outras áreas da pesquisa biomédica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a SINOVAC, compreender esse movimento é parte de uma reflexão mais ampla sobre o futuro da pesquisa, do desenvolvimento e da inovação em saúde. O avanço das plataformas tecnológicas, da biologia molecular e das ferramentas computacionais está modificando as condições em que novos produtos podem ser concebidos e desenvolvidos. A inteligência artificial deverá ocupar um lugar crescente nesse processo, embora sua incorporação efetiva dependa de competência científica, infraestrutura experimental e capacidade de transformar previsões em resultados verificáveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de minha trajetória científica, acompanhei mudanças tecnológicas que alteraram profundamente aquilo que éramos capazes de investigar. O que antes dependia de procedimentos longos e de uma quantidade limitada de informações passou, em muitos casos, a ser realizado com uma profundidade e uma velocidade que dificilmente poderíamos imaginar algumas décadas atrás. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial representa mais uma dessas transformações. Talvez uma das mais importantes, pela amplitude de suas aplicações e por sua capacidade de integrar conhecimentos produzidos em áreas muito diferentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a experiência também nos ensina a desconfiar das soluções que parecem simples demais para problemas complexos. A biologia continua surpreendendo nossas previsões, e o desenvolvimento de uma vacina permanece sendo uma tarefa científica exigente, que depende de conhecimento, experimentação, tempo e evidências consistentes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não tenho dúvidas de que a inteligência artificial contribuirá para modificar a maneira como desenvolvemos vacinas. O alcance dessa mudança, entretanto, dependerá menos da capacidade de produzir previsões cada vez mais sofisticadas e mais da nossa competência para transformá-las em conhecimento científico verdadeiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No final, a pergunta decisiva continuará sendo a mesma que sempre orientou a pesquisa biomédica: aquilo que imaginamos, calculamos ou prevemos encontra confirmação na realidade? </p>



<p class="wp-block-paragraph">É essa resposta, e não a sofisticação do algoritmo, que determina o valor de uma descoberta científica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Dimas Covas é médico e pesquisador, professor titular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, pesquisador em terapia celular e vacinas, ex-diretor do Instituto Butantan e cientistachefe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Sinovac no Brasil.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Este artigo de Dimas Covas foi destaque no portal Futuro da Saúde. Acesse o conteúdo na íntegra: <a href="https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/do-laboratorio-a-vida-real-como-se-constroi-a-seguranca-das-vacinas/"><a href="https://futurodasaude.com.br/inteligencia-artificial-e-vacinas-artigo-dimas-covas/">Inteligência artificial e vacinas: uma nova maneira de fazer ciência &#8211; por Dimas Covas &#8211; Futuro da Saúde</a></a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.sinovaclatam.com/o-que-profissionais-de-saude-gostariam-que-mais-familias-soubessem-sobre-vacinacao-infantil/"></a></p>



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		<title>SINOVAC participa de diálogo global sobre acesso e fornecimento de vacinas em encontro do UNICEF</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/sinovac-participa-de-dialogo-global-sobre-acesso-e-fornecimento-de-vacinas-em-encontro-do-unicef/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 15:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produção local, sustentabilidade e qualidade estão entre os temas da Vaccine Industry Consultation 2026, em Copenhague Ampliar o acesso às vacinas e fortalecer seu fornecimento em um cenário de restrições de recursos e mudanças geopolíticas estão entre os desafios em discussão na Vaccine Industry Consultation 2026 do UNICEF. O encontro reúne fabricantes e parceiros internacionais</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Produção local, sustentabilidade e qualidade estão entre os temas da Vaccine Industry Consultation 2026, em Copenhague</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ampliar o acesso às vacinas e fortalecer seu fornecimento em um cenário de restrições de recursos e mudanças geopolíticas estão entre os desafios em discussão na Vaccine Industry Consultation 2026 do UNICEF. O encontro reúne fabricantes e parceiros internacionais para debater as necessidades dos programas de imunização e os caminhos para atendê-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SINOVAC participa dessa discussão representada pelos executivos da companhia Cintia Lucci, Yuejia Dai e Mark Meng, contribuindo para o diálogo sobre os caminhos que podem fortalecer a imunização global. Promovido pela Divisão de Suprimentos do UNICEF, o evento acontece de 20 a 22 de outubro, em Copenhague, na Dinamarca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação aborda o cenário global da vacinação em um contexto de mudanças geopolíticas e restrições de recursos. As sessões incluem atualizações sobre programas de imunização, necessidades de abastecimento e perspectivas para diferentes mercados de vacinas, além de discussões sobre produção local, sustentabilidade e logística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro conta com representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Gavi, a Aliança para Vacinas, e da Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI). Entre os temas estão as diretrizes regulatórias e as prioridades de pré-qualificação da OMS, a garantia da qualidade dos imunizantes e as estratégias para apoiar o fornecimento aos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agenda também contempla vacinas utilizadas na imunização de rotina, em campanhas e na resposta a surtos. Estão previstas discussões sobre imunizantes contra poliomielite, sarampo, HPV, rotavírus, malária, doenças pneumocócicas e meningocócicas, entre outros, além de vacinas em desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Divisão de Suprimentos do UNICEF desempenha um papel importante nesse cenário: segundo a organização, realiza a aquisição de vacinas e insumos de imunização em nome de cerca de 100 países por ano, fornecendo mais de 2 bilhões de doses e alcançando aproximadamente metade das crianças do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a SINOVAC, a participação oferece uma oportunidade de trocar experiências com fabricantes e instituições internacionais e acompanhar as prioridades que orientam a imunização global. O diálogo entre esses diferentes atores contribui para identificar caminhos de cooperação voltados ao fortalecimento do abastecimento e à ampliação do acesso às vacinas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="721" height="978" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-13-33-47-5.jpeg" alt="" class="wp-image-3738" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-13-33-47-5.jpeg 721w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-13-33-47-5-221x300.jpeg 221w" sizes="(max-width: 721px) 100vw, 721px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-11-20-10-10-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-3739" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-11-20-10-10-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-11-20-10-10-150x150.jpeg 150w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-11-20-10-10-768x768.jpeg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-11-20-10-10-300x300.jpeg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/whatsapp-image-2026-10-21-at-11-20-10-10.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
<p>O post <a href="https://www.sinovaclatam.com/sinovac-participa-de-dialogo-global-sobre-acesso-e-fornecimento-de-vacinas-em-encontro-do-unicef/">SINOVAC participa de diálogo global sobre acesso e fornecimento de vacinas em encontro do UNICEF</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sinovaclatam.com">SINOVAC LATAM</a>.</p>
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		<title>SINOVAC obtém autorização na China para estudo clínico de anticorpo contra o vírus sincicial respiratório (VSR)</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/sinovac-obtem-autorizacao-na-china-para-estudo-clinico-de-anticorpo-contra-o-virus-sincicial-respiratorio-vsr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 19:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estudo científico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última semana, a injeção de SNA01, um medicamento inovador de Categoria 1 cujo pedido de autorização para estudo clínico foi apresentado conjuntamente pela SINOVAC e pelo Instituto de Biofísica da Academia Chinesa de Ciências, recebeu autorização na China por meio do procedimento de aprovação tácita. Desenvolvido na China, esse anticorpo monoclonal de ação prolongada</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na última semana, a injeção de SNA01, um medicamento inovador de Categoria 1 cujo pedido de autorização para estudo clínico foi apresentado conjuntamente pela SINOVAC e pelo Instituto de Biofísica da Academia Chinesa de Ciências, recebeu autorização na China por meio do procedimento de aprovação tácita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvido na China, esse anticorpo monoclonal de ação prolongada contra o vírus sincicial respiratório (VSR) está sendo desenvolvido para prevenir infecções do trato respiratório inferior associadas ao vírus em recém-nascidos e bebês que estejam passando por sua primeira temporada de circulação do VSR ou prestes a iniciá-la, bem como em crianças de até 24 meses que continuam vulneráveis a formas graves da doença durante a segunda temporada de circulação do vírus.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="463" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-1-1024x463.png" alt="" class="wp-image-3662" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-1-1024x463.png 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-1-300x136.png 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-1-767x347.png 767w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/10/image-1.png 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O VSR é uma das principais causas de infecções agudas do trato respiratório inferior em bebês e crianças pequenas em todo o mundo. A maioria das crianças apresenta pelo menos uma infecção pelo vírus antes de completar dois anos de idade. Bebês, sobretudo os prematuros e aqueles com condições médicas preexistentes, apresentam maior risco de desenvolver formas graves da doença, incluindo bronquiolite e pneumonia. Essas infecções representam uma carga significativa para as famílias e os sistemas de saúde [1].</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um documento de posicionamento com recomendações sobre a vacinação materna contra o VSR e o uso de anticorpos monoclonais de ação prolongada em bebês para prevenir formas graves da doença, reforçando a importância desses anticorpos para a prevenção do VSR nessa população [2].</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o SNA01 está sendo desenvolvido</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A injeção de SNA01 é um anticorpo monoclonal recombinante, totalmente humano, da classe IgG1κ, que reconhece a proteína de fusão (F) do VSR para neutralizar o vírus e proporcionar imunidade passiva. Sua região Fc foi modificada por engenharia molecular para prolongar o tempo de permanência do anticorpo no organismo. O produto está sendo desenvolvido com o objetivo de oferecer proteção durante toda uma temporada de circulação do VSR por meio de uma única aplicação intramuscular, tornando a administração mais prática e ampliando o acesso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pesquisa e desenvolvimento de anticorpos monoclonais</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A SINOVAC mantém uma plataforma dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento de anticorpos monoclonais, que abrange a seleção de anticorpos, a otimização de processos e o desenvolvimento de formulações. Por meio da colaboração com instituições acadêmicas e de pesquisa, a empresa avança no desenvolvimento de medicamentos inovadores à base de anticorpos. Com base nessa experiência, a SINOVAC continua desenvolvendo produtos de imunização passiva contra doenças infecciosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do SNA01, o SNA02-48, anticorpo monoclonal da SINOVAC contra a toxina tetânica, está em desenvolvimento clínico de Fase III.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O DISRUBY, composto pelos anticorpos monoclonais zamerovimabe e mazorelvimabe, é um produto inovador de Categoria 1 contra a raiva, desenvolvido pela Synermore Biologics com investimento da SINOVAC. O produto foi aprovado na China em junho de 2024 para a imunização passiva de adultos expostos ao vírus da raiva.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autorização para o estudo clínico do SNA01 representa um avanço na pesquisa e no desenvolvimento conjuntos realizados pela SINOVAC, pelo Instituto de Biofísica da Academia Chinesa de Ciências e pelo Hospital Infantil da Universidade Médica de Chongqing. Também amplia o portfólio de candidatos da SINOVAC voltados à prevenção de doenças infecciosas em bebês e crianças pequenas. A empresa dará continuidade aos estudos clínicos planejados para avaliar sistematicamente a segurança e a eficácia do SNA01, com o objetivo de transformar essa pesquisa em opções adicionais para proteger a saúde respiratória de bebês e crianças pequenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Referências</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">[1] Organização Mundial da Saúde. <em>Vírus sincicial respiratório (VSR).</em> 19 de dezembro de 2025. <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/respiratory-syncytial-virus-(rsv)">https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/respiratory-syncytial-virus-(rsv)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">[2] Organização Mundial da Saúde. <em>Documento de posicionamento da OMS sobre a imunização para proteger bebês contra a doença causada pelo vírus sincicial respiratório, maio de 2025.</em> Weekly Epidemiological Record. 2025;100(22):193–218. <a href="https://www.who.int/publications/i/item/who-wer-10022-193-218">https://www.who.int/publications/i/item/who-wer-10022-193-218</a></p>
<p>O post <a href="https://www.sinovaclatam.com/sinovac-obtem-autorizacao-na-china-para-estudo-clinico-de-anticorpo-contra-o-virus-sincicial-respiratorio-vsr/">SINOVAC obtém autorização na China para estudo clínico de anticorpo contra o vírus sincicial respiratório (VSR)</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sinovaclatam.com">SINOVAC LATAM</a>.</p>
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		<item>
		<title>Conexão Ásia &#124; Meng Weining fala sobre inovação, transferência de tecnologia e o futuro da vacinação no Brasil</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/conexao-asia-meng-weining-fala-sobre-inovacao-transferencia-de-tecnologia-e-o-futuro-da-vacinacao-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 19:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista publicada pelo Conexão Ásia, Meng Weining, vice-presidente da SINOVAC, aborda o potencial da cooperação entre Brasil e China para ampliar o acesso às vacinas, fortalecer a produção local e impulsionar a inovação em saúde pública. A conversa destaca temas como transferência de tecnologia, formação de profissionais, pesquisa e desenvolvimento, além do papel das</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista publicada pelo Conexão Ásia, Meng Weining, vice-presidente da SINOVAC, aborda o potencial da cooperação entre Brasil e China para ampliar o acesso às vacinas, fortalecer a produção local e impulsionar a inovação em saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conversa destaca temas como transferência de tecnologia, formação de profissionais, pesquisa e desenvolvimento, além do papel das parcerias com instituições brasileiras na preparação para futuras emergências de saúde pública.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="639" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem200-1-1024x639.png" alt="" class="wp-image-3569" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem200-1-1024x639.png 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem200-1-300x187.png 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem200-1-768x479.png 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem200-1-1536x959.png 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem200-1.png 1620w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a entrevista completa: <a href="https://conexaoasia.com.br/para-alem-das-emergencias/" target="_blank" rel="noopener">https://conexaoasia.com.br/para-alem-das-emergencias/&nbsp;</a></p>
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		<title>China amplia papel no mercado global de vacinas com foco em inovação, tecnologia e cooperação internacional</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/china-amplia-papel-no-mercado-global-de-vacinas-com-foco-em-inovacao-tecnologia-e-cooperacao-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Chamon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>
		<category><![CDATA[SINOVAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a 27ª Reunião Anual da DCVMN, em Pequim, lideranças da SINOVAC e representantes do governo chinês discutiram acesso, transferência de tecnologia, fortalecimento de capacidades locais e o futuro da indústria global de vacinas Imagem: divulgação A China entra em uma nova etapa de sua participação no mercado global de vacinas. Depois de desenvolver uma</p>
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<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph"><em>Durante a 27ª Reunião Anual da DCVMN, em Pequim, lideranças da SINOVAC e representantes do governo chinês discutiram acesso, transferência de tecnologia, fortalecimento de capacidades locais e o futuro da indústria global de vacinas</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-3522" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1024x576.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-300x169.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-768x432.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1536x864.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Imagem: divulgação</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A China entra em uma nova etapa de sua participação no mercado global de vacinas. Depois de desenvolver uma indústria capaz de atender às necessidades de imunização de uma população de 1,4 bilhão de pessoas e demonstrar sua capacidade de produção e fornecimento em larga escala durante a pandemia de Covid-19, o país vem ampliando sua atuação internacional com foco em inovação, transferência de tecnologia e cooperação de longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva esteve presente em diferentes discussões no primeiro dia da 27ª Reunião Anual da Developing Countries Vaccine Manufacturers Network (DCVMN), realizada em Pequim, que reúne fabricantes de vacinas de países em desenvolvimento, incluindo alguns dos principais polos de produção de imunizantes nesses mercados, e promove discussões sobre produção, inovação, cooperação e acesso a vacinas. Na abertura, o representante do governo chinês Shen Hongbing, administrador da Administração Nacional de Controle e Prevenção de Doenças e vice-ministro da Comissão Nacional de Saúde da China, e Mr. Yin Weidong, CEO da SINOVAC, abordaram temas como inovação, transferência de tecnologia e ampliação do acesso global às vacinas.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Uma indústria que amplia seu papel global</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a abertura da 27ª DCVMN, Mr. Yin destacou que décadas de desenvolvimento permitiram à indústria chinesa construir capacidades que abrangem pesquisa e desenvolvimento, fabricação, garantia da qualidade e fornecimento em larga escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia colocou parte dessa estrutura à prova em dimensão global. Segundo Yin, fabricantes chineses, incluindo a SINOVAC, forneceram mais de 2,3 bilhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para mais de 120 países e organizações internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o executivo, a experiência também ampliou a discussão sobre acesso a vacinas. “A questão já não é simplesmente saber se as vacinas estarão disponíveis quando ocorrer um surto, mas se as pessoas podem ter acesso a elas de forma rotineira e confiável no longo prazo”, comenta ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, Yin apontou duas prioridades para o futuro. A primeira é compreender as diferentes necessidades dos países e ampliar o acesso não apenas às vacinas, mas também às tecnologias relacionadas a elas. A segunda é continuar inovando segundo elevados padrões globais, fortalecendo a qualidade dos imunizantes e as capacidades industriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também destaca que transferência de tecnologia, formação de profissionais e desenvolvimento de capacidade produtiva regional são essenciais para que os países avancem na construção de suas próprias estruturas de pesquisa, desenvolvimento e fabricação, em colaboração com governos, organizações internacionais e parceiros da indústria.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>Acesso e cooperação na agenda chinesa</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação do acesso também esteve presente na fala de Shen Hongbing, administrador da Administração Nacional de Controle e Prevenção de Doenças e vice-ministro da Comissão Nacional de Saúde da China. Durante a abertura do encontro, ele destacou a produção conjunta, a transferência de tecnologia e a capacitação de profissionais entre os caminhos adotados pelo país para contribuir com o fortalecimento da capacidade produtiva global. Segundo ele, ainda, essas iniciativas podem ajudar a enfrentar limitações na produção de vacinas e promover um acesso mais equitativo aos imunizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos manter a abertura e a cooperação e trabalhar juntos para ampliar o acesso global às vacinas”, afirmou Shen Hongbing, ao defender também o fortalecimento da cooperação regulatória, das cadeias de produção e fornecimento e das capacidades de pesquisa, produção e imunização dos países em desenvolvimento.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>O que sustenta a capacidade chinesa</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista realizada paralelamente durante a abertura do encontro, Mr. Meng trouxe outra perspectiva para esse cenário, com foco nas capacidades desenvolvidas pela indústria chinesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país reúne, hoje, mais de 40 empresas de vacinas, com produção anual superior a 1 bilhão de doses de imunizantes de rotina. Durante a pandemia, a produção superou 5 bilhões de doses, e mais de 95% das vacinas utilizadas no programa nacional de imunização são fornecidas por fabricantes locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mr. Meng destacou ainda a existência de uma cadeia produtiva integrada, que envolve projeto e construção de fábricas, equipamentos, matérias-primas e capacidade de pesquisa clínica. Na atuação internacional, apontou para um modelo que vai além da relação tradicional de compra e venda de vacinas. Esse modelo pode envolver produção local, transferência de tecnologia e pesquisa clínica, além de relações de longo prazo com governos e parceiros estratégicos.</p>



<h1 class="wp-block-heading"><strong>O próximo ciclo da inovação em vacinas</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação aparece nas duas perspectivas apresentadas ao longo do primeiro dia, ainda que sob enfoques diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura, Mr. Yin chamou atenção para tecnologias como a inteligência artificial, que, segundo ele, podem criar novas possibilidades para pesquisa e desenvolvimento, fabricação, serviços de imunização e comunicação em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mr. Meng, por sua vez, apresentou tendências que vêm transformando a própria indústria de vacinas. Entre elas estão vacinas combinadas, novas formas de administração, adjuvantes avançados e o desenvolvimento de novos imunizantes, inclusive para doenças que ainda apresentam necessidades não atendidas. O executivo também destacou investimentos em pesquisa básica de longo prazo e colaboração com universidades e laboratórios nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As discussões do primeiro dia, reunindo representantes do governo, da indústria e de organizações internacionais, apontam para uma indústria chinesa que busca transformar a escala e as capacidades desenvolvidas nas últimas décadas em uma participação mais ampla no ecossistema global de vacinas, combinando inovação, produção, ampliação do acesso e cooperação internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As doenças infecciosas não conhecem fronteiras e o valor das vacinas não pode ser medido dentro dos limites de um único país”, finaliza Mr. Yin.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja algumas fotos do evento na galeria abaixo:</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="3525" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172132_335457_1584681239_hfll1459-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3525" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172132_335457_1584681239_hfll1459-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172132_335457_1584681239_hfll1459-1-300x200.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172132_335457_1584681239_hfll1459-1-768x512.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172132_335457_1584681239_hfll1459-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172132_335457_1584681239_hfll1459-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" data-id="3533" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-3533" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1-1024x576.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1-300x169.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1-768x432.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1-1536x864.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/news-pic-1-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="676" data-id="3531" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-2_divulgacao-1024x676.jpeg" alt="" class="wp-image-3531" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-2_divulgacao-1024x676.jpeg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-2_divulgacao-300x198.jpeg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-2_divulgacao-768x507.jpeg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-2_divulgacao.jpeg 1206w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="897" height="595" data-id="3528" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-1_divulgacao.jpg" alt="" class="wp-image-3528" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-1_divulgacao.jpg 897w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-1_divulgacao-300x199.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/foto-1_divulgacao-768x509.jpg 768w" sizes="(max-width: 897px) 100vw, 897px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="3527" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172158_335457_1584681061_hfll1491-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3527" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172158_335457_1584681061_hfll1491-1024x683.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172158_335457_1584681061_hfll1491-300x200.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172158_335457_1584681061_hfll1491-768x512.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172158_335457_1584681061_hfll1491-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/4790650_20260924172158_335457_1584681061_hfll1491-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Conexão Ásia &#124; Ciência, soberania e o que o Brasil pode aprender com a China</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/conexao-asia-ciencia-soberania-e-o-que-o-brasil-pode-aprender-com-a-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 14:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Na mídia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinovaclatam.com/?p=3494</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em artigo publicado pelo Conexão Ásia, Dimas Covas, cientista-chefe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da SINOVAC no Brasil, discute a relação entre ciência, tecnologia, capacidade industrial e soberania sanitária, além dos aprendizados que a experiência chinesa pode trazer para o desenvolvimento tecnológico brasileiro. Leia o artigo completo em: https://conexaoasia.com.br/ciencia-soberania-e-o-que-o-brasil-pode-aprender-com-a-china/</p>
<p>O post <a href="https://www.sinovaclatam.com/conexao-asia-ciencia-soberania-e-o-que-o-brasil-pode-aprender-com-a-china/">Conexão Ásia | Ciência, soberania e o que o Brasil pode aprender com a China</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sinovaclatam.com">SINOVAC LATAM</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em artigo publicado pelo Conexão Ásia, Dimas Covas, cientista-chefe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da SINOVAC no Brasil, discute a relação entre ciência, tecnologia, capacidade industrial e soberania sanitária, além dos aprendizados que a experiência chinesa pode trazer para o desenvolvimento tecnológico brasileiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="940" height="1024" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem1-1-940x1024.png" alt="" class="wp-image-3496" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem1-1-940x1024.png 940w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem1-1-275x300.png 275w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem1-1-767x836.png 767w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem1-1-1410x1536.png 1410w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/imagem1-1.png 1510w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Leia o artigo completo em: <a href="https://conexaoasia.com.br/ciencia-soberania-e-o-que-o-brasil-pode-aprender-com-a-china/">https://conexaoasia.com.br/ciencia-soberania-e-o-que-o-brasil-pode-aprender-com-a-china/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial da Segurança do Paciente: por que o cuidado seguro é essencial para a saúde</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/dia-mundial-da-seguranca-do-paciente-por-que-o-cuidado-seguro-e-essencial-para-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinovaclatam.com/?p=3471</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é o Dia Mundial da Segurança do Paciente? Celebrado em 17 de setembro, o Dia Mundial da Segurança do Paciente é uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) criada para ampliar a conscientização sobre a importância de prevenir danos evitáveis durante a assistência à saúde. A data mobiliza profissionais, instituições, governos, pacientes</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o Dia Mundial da Segurança do Paciente?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Celebrado em 17 de setembro, o Dia Mundial da Segurança do Paciente é uma iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) criada para ampliar a conscientização sobre a importância de prevenir danos evitáveis durante a assistência à saúde. A data mobiliza profissionais, instituições, governos, pacientes e comunidades em torno da construção de sistemas de saúde mais seguros e de cuidados de maior qualidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Segurança do Paciente?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o objetivo é reduzir os riscos e danos desnecessários associados à assistência a um nível mínimo aceitável. A segurança do paciente envolve práticas, processos e protocolos destinados a reduzir riscos, prevenir danos evitáveis e melhorar a qualidade da assistência à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a segurança não depende apenas da atuação individual dos profissionais, mas também de processos estruturados, identificação de riscos e sistemas capazes de aprender com incidentes e eventos adversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dimensão desse desafio é global: a <a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/patient-safety?utm_source=chatgpt.com">OMS estima que 1 em cada 10 pacientes sofra algum dano durante a assistência à saúde, sendo que mais da metade desses danos poderia ser evitada</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a segurança do paciente é importante?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A assistência à saúde envolve diferentes profissionais, procedimentos, medicamentos, equipamentos e etapas. Em cada uma delas, existem riscos que precisam ser identificados e gerenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fortalecer a segurança do paciente contribui para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reduzir danos evitáveis durante a assistência.</li>



<li>Melhorar a qualidade dos serviços de saúde.</li>



<li>Aprimorar a comunicação entre profissionais, pacientes e familiares.</li>



<li>Identificar riscos antes que resultem em danos.</li>



<li>Aprender com incidentes e eventos adversos.</li>



<li>Fortalecer a confiança nos serviços e sistemas de saúde.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir a segurança do paciente exige ir além dos erros individuais e construir sistemas de saúde focados em prevenir e mitigar riscos. Essa abordagem reconhece que diferentes fatores podem contribuir para um incidente e que a melhoria dos processos é parte fundamental da qualidade do cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as principais práticas de segurança do paciente?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança está presente em diferentes momentos da jornada de cuidado. Entre as principais práticas estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Identificação correta do paciente:</strong> confirmar a identidade antes da realização de exames, administração de medicamentos ou realização de procedimentos.</li>



<li><strong>Uso seguro de medicamentos:</strong> verificar informações como paciente, medicamento, dose, via e horário corretos, além de garantir a comunicação adequada entre os profissionais envolvidos.</li>



<li><strong>Prevenção e controle de infecções</strong>: adotar medidas de higiene e protocolos específicos para reduzir o risco de infecções associadas à assistência à saúde.</li>



<li><strong>Segurança em procedimentos:</strong> utilizar protocolos e listas de verificação para confirmar informações importantes antes de procedimentos e intervenções.</li>



<li><strong>Comunicação clara:</strong> assegurar que informações relevantes sejam transmitidas de maneira precisa entre profissionais, especialmente durante transições de cuidado, e também entre equipes, pacientes e familiares.</li>



<li><strong>Participação do paciente:</strong> incentivar pacientes e familiares a fazer perguntas, compartilhar informações relevantes e comunicar dúvidas ou preocupações à equipe de saúde.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas medidas fazem parte de uma abordagem mais ampla, na qual a prevenção de riscos está integrada aos processos de assistência e à rotina das instituições de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A participação do paciente também faz parte da segurança</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança do paciente não depende exclusivamente de hospitais, profissionais ou instituições: pacientes e familiares também podem participar ativamente desse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perguntar sobre um diagnóstico ou procedimento, confirmar informações pessoais, informar os medicamentos utilizados, comunicar alergias e esclarecer dúvidas são atitudes que podem contribuir para um cuidado mais seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que essa participação seja possível, os serviços de saúde precisam oferecer informações claras e criar ambientes nos quais pacientes e familiares se sintam confortáveis para fazer perguntas e manifestar preocupações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazendo com que a comunicação seja uma ferramenta de relacionamento e um componente essencial da segurança do cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados seguros para doenças não transmissíveis</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cada ano, a OMS define um tema para orientar as ações do Dia Mundial da Segurança do Paciente. Em 2026, a campanha tem como tema <a href="https://www.who.int/news-room/events/detail/2026/09/17/default-calendar/world-patient-safety-day--17-september-2026---noncommunicable-diseases">“Safe care for noncommunicable diseases”, ou “Cuidados seguros para doenças não transmissíveis”.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa destaca a importância de fortalecer a segurança na assistência a pessoas que vivem com doenças não transmissíveis, como doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema reforça que a segurança precisa estar presente em diferentes contextos de cuidado, especialmente em condições que frequentemente exigem acompanhamento contínuo, múltiplos profissionais e diferentes etapas de tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um compromisso compartilhado com a saúde</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A segurança do paciente é parte essencial da qualidade da assistência à saúde. Construir ambientes mais seguros exige ciência, protocolos, treinamento, comunicação, tecnologia, monitoramento e participação ativa dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também requer sistemas capazes de identificar riscos, analisar incidentes e transformar aprendizados em melhorias concretas. Dessa forma, a segurança deixa de ser uma ação pontual e passa a fazer parte de uma cultura de cuidado e aperfeiçoamento contínuo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia Mundial da Segurança do Paciente amplia essa discussão e reforça a importância de colocar a prevenção de danos no centro da assistência. Afinal, cuidar com qualidade também significa reduzir riscos, ouvir o paciente, comunicar-se com clareza e buscar continuamente formas mais seguras de oferecer cuidado.</p>
<p>O post <a href="https://www.sinovaclatam.com/dia-mundial-da-seguranca-do-paciente-por-que-o-cuidado-seguro-e-essencial-para-a-saude/">Dia Mundial da Segurança do Paciente: por que o cuidado seguro é essencial para a saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.sinovaclatam.com">SINOVAC LATAM</a>.</p>
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		<item>
		<title>Vacina contra raiva humana: por que a produção nacional fortalece a prevenção no Brasil?</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/vacina-contra-raiva-humana-por-que-a-producao-nacional-fortalece-a-prevencao-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 12:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SINOVAC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinovaclatam.com/?p=3450</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora a raiva seja uma doença rara no Brasil, ela continua sendo praticamente 100% fatal após o início dos sintomas. Especialistas destacam que fortalecer a prevenção, investir em inovação e ampliar a capacidade nacional de produção são passos importantes para proteger a população A raiva humana é uma doença viral transmitida principalmente pela saliva de</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Embora a raiva seja uma doença rara no Brasil, ela continua sendo praticamente 100% fatal após o início dos sintomas. Especialistas destacam que fortalecer a prevenção, investir em inovação e ampliar a capacidade nacional de produção são passos importantes para proteger a população</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A raiva humana é uma doença viral transmitida principalmente pela saliva de animais infectados, geralmente por meio de mordidas, arranhões ou contato da saliva com mucosas e feridas. Embora seja considerada rara no Brasil, permanece como uma das doenças infecciosas de maior letalidade conhecida. <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/r/raiva">Segundo o Ministério da Saúde do Brasil</a>, a letalidade da doença é próxima de 100% após o início dos sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desse cenário, a doença pode ser prevenida. A vacinação contra a raiva humana pode ser utilizada tanto antes de uma eventual exposição ao vírus, em pessoas submetidas a risco aumentado, por meio da profilaxia pré-exposição, quanto após uma exposição de risco, seguindo o protocolo de profilaxia pós-exposição recomendado pelas autoridades de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa combinação entre prevenção prévia de grupos de maior risco, atendimento oportuno após exposições, vacinação, vigilância e organização do sistema de saúde explica por que a prevenção continua sendo a principal estratégia para evitar casos da doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a prevenção da raiva humana?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção da raiva humana compreende duas estratégias complementares de vacinação: a profilaxia pré-exposição e a profilaxia pós-exposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A profilaxia pré-exposição é indicada para pessoas com risco aumentado de contato com o vírus da raiva em razão de suas atividades profissionais ou de outras situações específicas definidas pelas autoridades de saúde. Sua finalidade é proporcionar proteção prévia e facilitar a resposta imunológica caso ocorra posteriormente uma exposição ao vírus. A indicação e o acompanhamento devem seguir os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ocorre uma exposição ao vírus da raiva, por sua vez, a prevenção não depende de uma única medida. Atualmente, os pacientes seguem um protocolo de profilaxia pós-exposição definido pelas autoridades de saúde, que pode incluir limpeza da ferida, avaliação clínica, vacinação e, em determinadas situações, administração de imunoglobulina antirrábica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse protocolo é altamente eficaz quando iniciado no momento oportuno. Especialistas destacam que fortalecer continuamente essas estratégias, investir em pesquisa e ampliar a capacidade nacional de desenvolvimento e produção de vacinas também fazem parte da preparação do sistema de saúde para responder a essa doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Carolina Perottoni, gerente do Centro de Transferência de Tecnologia do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), agir rapidamente faz toda a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A disponibilidade contínua da vacina antirrábica humana é essencial para assegurar o atendimento oportuno das pessoas expostas ao vírus, uma vez que a eficácia da profilaxia depende da rápida administração do imunizante. Além disso, estoques adequados permitem que o sistema de saúde responda de forma eficiente a acidentes envolvendo animais potencialmente infectados e necessidades de grupos de risco&#8221;, explica ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o cientista-chefe da SINOVAC no Brasil, Prof. Dr. Dimas Covas, a prevenção continua sendo a principal estratégia para impedir casos humanos da doença: &#8220;A raiva humana continua sendo uma doença de elevada gravidade, mas pode ser evitada. A vacinação permite atuar tanto preventivamente, protegendo pessoas com maior risco de exposição, quanto após uma exposição potencial ao vírus, quando é fundamental que a população busque atendimento imediatamente e que o sistema de saúde disponha de protocolos bem estruturados para avaliação e profilaxia. Por isso, fortalecer a vigilância, investir em prevenção e ampliar a capacidade nacional de resposta são medidas essenciais para proteger vidas.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que investir em inovação continua sendo importante?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os protocolos atuais sejam eficazes quando aplicados corretamente, a ciência continua avançando na busca por soluções que fortaleçam as estratégias de prevenção e ampliem a capacidade de resposta dos sistemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a SINOVAC alcançou recentemente um importante marco: sua vacina antirrábica humana livre de soro recebeu aprovação da autoridade regulatória chinesa (NMPA), porém, no Brasil, qualquer novo imunizante precisa passar pela avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) antes de poder ser disponibilizado à população.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.sinovaclatam.com/china-autoriza-vacina-antirrabica-humana-da-sinovac-com-tecnologia-livre-de-soro/"><em>Leia também: China autoriza vacina antirrábica humana da SINOVAC com tecnologia livre de soro</em></a><em></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O futuro da prevenção</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da vigilância epidemiológica, da vacinação pré-exposição dos grupos para os quais ela é indicada e do atendimento oportuno após exposições de risco, fortalecer a capacidade nacional de desenvolvimento e produção de vacinas também faz parte das estratégias voltadas à prevenção da raiva. É nesse contexto que a parceria entre a SINOVAC e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) ganha relevância. Além de ampliar a capacidade produtiva nacional, esse tipo de iniciativa contribui para fortalecer a segurança do abastecimento e reduzir a dependência de tecnologias importadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tecpar é uma instituição pública vinculada ao Governo do Estado do Paraná que atua em pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico voltados à saúde pública. Ao longo de sua trajetória, o instituto participa de projetos estratégicos destinados ao fortalecimento da capacidade nacional de produção de tecnologias em saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em parceria com a SINOVAC, o Tecpar participa do projeto de transferência de tecnologia da vacina antirrábica humana livre de soro. A iniciativa faz parte de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o Governo Federal e busca fortalecer a capacidade nacional de produção desse imunizante, respeitando todas as etapas regulatórias exigidas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Carolina Perottoni, esse tipo de cooperação representa um avanço importante para o fortalecimento do sistema de saúde brasileiro: &#8220;A transferência de tecnologia representa um importante avanço para a autonomia produtiva do Brasil. Por meio da parceria entre a SINOVAC e o Tecpar, conhecimentos técnicos, processos produtivos e padrões de qualidade são incorporados à capacidade industrial nacional. Essa iniciativa fortalece a capacidade de resposta a emergências sanitárias e contribui para a sustentabilidade das estratégias de saúde pública.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção da raiva humana depende de um conjunto integrado de medidas que inclui informação, vigilância epidemiológica, proteção prévia das pessoas com maior risco de exposição, atendimento rápido após exposições de risco e disponibilidade contínua de vacina. Ao mesmo tempo, investir em pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico amplia a capacidade do país de responder a desafios sanitários e fortalece a autonomia nacional em produtos estratégicos para a saúde. Nesse cenário, iniciativas como a parceria entre a SINOVAC e o Tecpar representam um passo importante para ampliar a capacidade científica e produtiva do Brasil, contribuindo para um sistema de saúde cada vez mais preparado para proteger a população.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Perguntas frequentes</strong></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer após uma mordida de animal?</strong></h2>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Procurar atendimento imediatamente para avaliação do risco e definição da profilaxia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A vacina contra a raiva humana é eficaz?</strong></h2>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Sim. A vacinação é uma das principais medidas de prevenção da raiva humana. Ela pode ser utilizada tanto na profilaxia pré-exposição, para pessoas com indicação preventiva, quanto na profilaxia pós-exposição. Quando administrada conforme os protocolos das autoridades de saúde, a profilaxia é altamente eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Existe vacinação contra a raiva antes da exposição ao vírus?</strong></h2>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Sim. A profilaxia pré-exposição é indicada para pessoas com risco aumentado de contato com o vírus da raiva, de acordo com os critérios estabelecidos pelas autoridades de saúde. Ela proporciona proteção prévia e prepara o sistema imunológico para responder de maneira rápida caso ocorra posteriormente uma exposição.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde a vacina está disponível?</strong></h2>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">A vacinação faz parte da rede pública de saúde conforme as indicações e os protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem deve tomar a vacina contra a raiva?</strong></h2>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">A vacina pode ser indicada em duas situações. Antes da exposição, para pessoas com risco aumentado de contato com o vírus da raiva, conforme os protocolos de profilaxia pré-exposição. Após uma exposição de risco, a indicação é definida de acordo com a avaliação do acidente e os protocolos de profilaxia pós-exposição do Ministério da Saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que investir na produção nacional?</strong></h2>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Porque fortalece a capacidade de resposta do sistema de saúde, contribui para assegurar a disponibilidade da vacina tanto para a prevenção pré-exposição quanto para a profilaxia pós-exposição, amplia a autonomia produtiva e contribui para a sustentabilidade do abastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Fontes</strong>: Ministério da Saúde e ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Brasil)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>SINOVAC reúne inovação e cooperação científica global no principal fórum de fabricantes de vacinas de países em desenvolvimento, a DCVMN</title>
		<link>https://www.sinovaclatam.com/sinovac-reune-inovacao-e-cooperacao-cientifica-global-no-principal-forum-de-fabricantes-de-vacinas-de-paises-em-desenvolvimento-a-dcvmn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lorena Braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 20:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinovaclatam.com/?p=3422</guid>

					<description><![CDATA[<p>Multinacional farmacêutica participa da 27ª Reunião Anual da DCVMN, em Pequim, em encontro que debate novas tecnologias, produção de vacinas e o futuro da imunização A inovação na produção de vacinas, o avanço de novas tecnologias e a cooperação científica internacional estão entre os temas que movimentam a 27ª Reunião Anual da Developing Countries Vaccine</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Multinacional farmacêutica participa da 27ª Reunião Anual da DCVMN, em Pequim, em encontro que debate novas tecnologias, produção de vacinas e o futuro da imunização</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação na produção de vacinas, o avanço de novas tecnologias e a cooperação científica internacional estão entre os temas que movimentam a 27ª Reunião Anual da Developing Countries Vaccine Manufacturers Network (DCVMN), que acontece pela primeira vez em Pequim, China, entre os dias 22 e 24 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha da China para sediar o encontro reflete o reconhecimento da relevância do país para o desenvolvimento científico, a inovação em vacinas, a capacidade produtiva e a cooperação internacional em saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Patrocinadora do encontro, a SINOVAC participa do evento, que reúne fabricantes de vacinas, organizações internacionais, autoridades regulatórias, pesquisadores e especialistas de diferentes países para discutir caminhos para ampliar a capacidade de resposta às demandas atuais e futuras de imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tema “Transforming Innovation into Immunisation”, a programação aborda questões estratégicas para o setor, como pesquisa e desenvolvimento, novas tecnologias aplicadas à produção de vacinas, inteligência artificial, fortalecimento das capacidades produtivas, acesso global à saúde, preparação para pandemias e mecanismos de financiamento voltados à ampliação da vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os grandes avanços em imunização acontecem quando ciência, indústria, governos e organizações internacionais trabalham de forma conectada. A DCVMN cria esse espaço de troca e colaboração, aproximando diferentes perspectivas e experiências. Para a SINOVAC, estar nesse diálogo é uma oportunidade de compartilhar conhecimento, aprender com diferentes realidades e contribuir para soluções que ampliem o acesso à vacinação”, diz Cintia Lucci, diretora de relações institucionais e comunicação global da SINOVAC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do encontro, representantes da SINOVAC acompanham debates e compartilham experiências com especialistas e instituições de diferentes países, contribuindo para o intercâmbio de conhecimento sobre os desafios e as oportunidades relacionados ao desenvolvimento, à produção e ao acesso a vacinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Levar inovação à saúde significa também pensar em como transformar conhecimento científico em soluções que possam chegar a quem mais precisa. Receber o DCVMN pela primeira vez na China representa um importante reconhecimento da contribuição que o país vem oferecendo ao desenvolvimento global de vacinas e à saúde pública. O encontro reforça o valor da cooperação internacional, da inovação científica e da troca de conhecimento entre diferentes países para ampliar o acesso à imunização e fortalecer a preparação para futuros desafios sanitários”, afirma Meng Weining, vice-presidente da SINOVAC.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/china-no-more-weird-architecture_1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3433" srcset="https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/china-no-more-weird-architecture_1-1024x683.jpg 1024w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/china-no-more-weird-architecture_1-300x200.jpg 300w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/china-no-more-weird-architecture_1-768x512.jpg 768w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/china-no-more-weird-architecture_1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.sinovaclatam.com/wp-content/uploads/2026/09/china-no-more-weird-architecture_1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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